WTF?

SEJA BEM VINDO AO TONIGHT! ESPERO QUE GOSTE, COMENTE, DIVULGUE E COMPARTILHE =)

29 de dez. de 2012

Hey, y'all!

Yo!
Sumi, eu sei. Me pergunto se agora realmente existe alguém que leia esse blog que anda tão parado. Tenho trabalhado demais, estudado demais, saído demais, viajado demais. O blog tem ficado cada vez mais para depois... Enfim, tenho estado apaixonada pelas crônicas de George R. R. Martin e pelas canções de Best Coast, William Fitzsimmons e Taylor Swift. Na TV não vejo nada, nem tenho tempo para ver. Até mesmo o DVD que ganhei com a primeira temporada de J.O.N.A.S não pude assistir. Quero tanto assistir "A Última Casa da Rua" (ou House At The End Of The Street, ou H.A.T.E.S, como quiser), o thriller estrelando a linda da Jennifer Lawrence, mas cadê tempo?
Passei de ano de forma impecável: já sabia da minha aprovação ainda no terceiro bimestre. Não sei o que o 2º Ano reserva para mim. Me livrei da escola por uns tempos, estou de férias e de recesso do trampo. Vim passar as festas de fim de ano com a família em Belo Horizonte.

Fiz 18 anos. Não é grande coisa. Você acha que terá uma evolução digna daquelas que ocorrem quando seu sim faz aniversário no The Sims, mas nada demais acontece. A única mudança razoavelmente notável foi o meu cabelo, que eu resolvi cortar. Aos 18 você ganha no máximo uma pontinha de confiança, medo, confusão... Enfim, fiz 18 e minha liberdade está 5% mais próxima. Eu sei que coisas a mais irão acontecer ao longo dos meus 18, sinto que vai ter um pouco da magia dos 15, só que com mais malícia ;)
Meu aniversário, acoplado ao Natal, foi ótimo! Fui muito abraçada, dei muitos abraços, recebi muitas felicitações e presentes, dei presentes, comi bastante, ri bastante, dancei bastante, me diverti bastante... Foi um arraso! Adorei o meu look natalino: bastante rock n' roll com jeans, couro, coroas, bigodes, caveiras e brilho porque até mesmo os rockers precisam disso :)
E também foi o primeiro Natal em que eu dei presentes aos familiares. Agora que estou trabalhando posso me dar ao luxo de dar um mimo para cada um. Minha tia quase desitratou em lágrimas quando recebeu o brinco que dei à ela de Natal.

Meus presentes foram roupas (como sempre), os três primeiros livros da saga Harry Potter (YAY!!!! Depois de anos eu tenho os meus), "Ponto de Impacto" de Dan Brown, "Red" da Taylor Swift (que estou ouvindo agora e amando, é claro, quem não ama a Tay?), um relógio BA-BA-DO de caveirinha, uma botinha BA-BA-DO também e um bolo de aniversário maravilhoso que apenas mommy consegue fazer. O bolo estava tão maravilhoso que com ele, duas garrafas de refrigerante e o som ligado formou-se uma festa. Os vizinhos foram chegando e chegando e a coisa foi até a madrugada...

Agora estou a espera de 2013. Sei lá o que esse ano tem em sua caixinha de surpresas, mas não quero que 2013 seja como 2012. Esse foi um ano para se esquecer. Foram poucas as boas coisas. 2012 foi um ano de desintoxicação, onde fui obrigada a me desapegar das delícias de 2010 e 2011. Se fosse possível, 60% do meu 2012 seria apagado porque só foram coisas ruins. Pelos sete infernos, que ano horrível foi esse? 2012 será facilmente esquecido. Passei o ano inteiro empurrando tudo com a barriga, vi os dias passarem iguais, arrastando-se ao longo das horas, intragáveis como aqueles remédios ruins que a gente faz de tudo para que desçam goela abaixo e ainda assim, no final, dá vontade de vomitar...
Meu último ano de minoridade foi um dos piores da minha vida. Recordo-me de ter feito a seguinte pergunta em um post passado: "Será que 2012 vai ser mais um ano onde eu vá me confrontar comigo mesma em busca de respostas para descobrir quem eu sou?" e a resposta é SIM. Foi um desses anos depressivos e confusos onde eu acabei me redescobrindo. Foi um desses anos chatos em que o meu Hamlet interior indagou "ser ou não ser? Eis a questão". E olha que eu detesto Shakespeare. Detesto mesmo, joguem pedras, mas é isso aí. Acabou que em 2012 serviu só para colocar as ideias no lugar, falar o que estava preso na garganta e tomar decisões. Foi um ano de mudanças, literalmente.
É por isso que eu vou fazer de 2013 um ano completamente diferente, novo, lindo. Não vou peder nenhum segundo das coisas gostosas. Juro pelos deuses que esse há de ser um ano ótimo.

Escrevo novamente em 2013 e que este seja o ano!
Beijos com gosto de champagne ;*

30 de nov. de 2012

CD "Begin" David Archuleta (minha opinião)

Capa do CD.


What's up, folks? Ultimamente a minha playlist tem tocado bastante David Archuleta. Eu amo ele desde 2009, quando uma amiga da minha irmã indicou a música "Crush" pra ela. Minha irmã acabou não ouvindo a música, mas eu, curiosa, ouvi e me apaixonei. O David tem uma voz de outro mundo, ele parece um anjo e é um fofo! Em 2008, David Archuleta chegou a final da sétima edição do American Idol e ficou em segundo lugar, perdendo para David Cook.
Até então David lançou cinco álbuns de estúdio e hoje eu irei comentar sobre o seu álbum mais recente, o "Begin", que foi lançado em 7 de Agosto de 2012. É um álbum de covers que ficaram maravilhosos da voz desse anjo. Aqui vai a minha opinião sobre as dez faixas - que eu não me canso de ouvir.

1. BEAUTIFUL (cover Christina Aguilera) - Essa música é bem triste e é bem linda cantada na voz da Xtina, mas o que o David conseguiu fazer com essa música parece ser milagre. "Beautiful" ficou ainda mais beautiful com ele cantando. Amei!

2. SOMEWHERE ONLY WE KNOW (cover Keane) - Outra música que eu também já adorava. Gosto bastante da melodia e da letra dessa canção e a voz poderosa do David deu um it super especial na música. É uma balada gostosa de se ouvir.

3. EVERYBODY HURTS (cover R.E.M) - Nunca tinha ouvido a música original. Mais uma vez, a voz do David faz mágica com a letra da música. Toca no fundo da alma, emocionante.

4. DON'T GIVE UP (cover Peter Gabriel feat. Kate Bush) feat. Libby Linton - Nunca ouvi a música original. O cover está magnífico, a voz da Libby é angelical, suave, linda e a música traz lágrimas aos olhos. A tradução é linda!

5. ANGEL (cover McLachlan) - Ouvi essa música num episódio de "Cold Case", não me lembro qual, mas me emocionei bastante. David traz toda a sua sonoridade suave para essa canção, que ficou mais emocionante ainda.

6. BRIDGE OVER TROUBLED WATER (cover Simon & Garfunkel) - Sabe aquela música antiga que fica no fundo da sua mente e, anos depois, quando você a escuta outra vez diz "eu conheço essa música!"? É o caso de "BOTW". Já ouvi quando pequena e agora ouço todos os dias na voz de David Archuleta. É uma música muito linda.


7. BROKEN - A única música original do álbum. É suave, emocionante, linda, tem uma melodia maravilhosa e a voz do David soa clara aos ouvidos. Incrível.

8. TRUE COLORS (cover CINDY LAUPER) - Já ouvi antes quando pequena. Uma dessas músicas que te faz suspirar e cantarolar por aí. O cover do David deixou a música super suave, você ouve e a melodia te deixa leve.

9. PRIDE "IN THE NAME OF LOVE" (cover U2) - Nunca ouvi antes. É dessas que você se pega cantarolando no chuveiro. David, mais uma vez, cativa com sua voz nesse cover.

10. BE STILL, MY SOUL (cover Sibelius) - Nunca ouvi antes. Mais uma música emocionante, que te deixa relaxado, dá vomtade de deitar e esperar o sono vir. E não é que ele vem mesmo?

No final das contas, "Begin" é um álbum delicioso de se ouvir. Músicas lindas, fofas e acalmantes que qualquer um adora ouvir.

Beijos de uma Archie, amores ;*

29 de nov. de 2012

Tattoo



Em Dezembro farei 18 anos. Apesar de que eu ache que 18 é só um número, que liberdade mesmo é quando eu tiver o meu canto, as minhas contas pagas e meu futuro garantido, ainda há coisas que eu posso fazer depois dos 18. Vou poder ir aonde eu quiser, vou ser meio que dona do meu nariz e posso fazer uma tatuagem!
Não sei o que deu em mim. Antes eu tinha pavor de tatuagens, mas de uns tempos pra cá, eu tenho me rabiscado tanto e tenho visto tantas tattoos maneiras que me deu na telha de fazer uma. Ainda não sei que desenho fazer ou onde fazer, só sei que quero uma coisa pequena e escondida, mas tenho em mente alguma coisa relacionada à liberdade - que é o meu desejo e marca a fase da minha vida após os 18 anos -, como pássaros ou a palavra liberdade em português ou outro idioma e a área dos meus braços e minhas mãos. E tem o preço de uma tatuagem, que é salgadinho...
Agora, algumas tatuagens que eu com certeza faria:

Bem geek, né?
A Demi Lovato fez uma tattoo desse jeito. É a tattoo mais recente dela. 
Uma gracinha essa aí!
Pássaros são sinônimo de liberdade.
Imagine all the people...
Depois de John Lennon, uma tattoo à la Beatles não cairia mal!
Amodorei!
Mais pássaros...
Eu quero muito fazer essa, é linda, é liberdade, é pássaro, é gaiola, é tudo!

Jonas Brothers e As Crônicas de Gelo e Fogo

É isso aí, meus meninos estão de volta, os Jonas Brothers estão de volta. Após eu ter ouvido - e seguir negando - rumores de que Kev, Joe e Nick não estariam mais juntos, tudo foi por água abaixo, posers, eles estão de volta! OS JONAS NUNCA SE SEPARARAM! Foi só uma pausa, suas antas. Mas agora eles estão de volta e eu, que estive aqui, Jonatic firme e forte, estou super feliz com a volta deles e super orgulhosa dos projetos solo do Nick e do Joe.
Enfim, dá só uma olhada na abertura do show de retorno deles. Adoro que a abertura são noticiários dizendo "os Jonas Brothers acabaram?"



Meus amores estão de volta!!!!! E eles vem pro Brasil ano que veeeeeeeeeeeeem!!! E eu vou no show deles!!! JONAS ATÉ A MORTE!!!!

Mudando completamente de assunto, finalmente lerei "As Crônicas de Gelo e Fogo", os livros que eu tanto sonhei em ler. Aliás, sonhei mesmo, porque como eu descrevi nesse post, a biblioteca de vidro tinha o "Livro Um" d'As Crônicas lá.
Minha tia comprou os livros pra mim, quero logo que cheguem para que eu possa devorá-los.

Beijos Jonásticos divididos em páginas, amores ;*

Sumi mesmo, e daí?

Nem vou pedir desculpas porque não adianta, eu sempre sumo. É que a vida virou de tal maneira que eu me esqueci completamente de que tinha um blog. Anyway, como sabem, eu passei por uma barra aê. Deprê. Fui ao fundo do fundo do fundo do subsolo do poço! Não minto, eu queria morrer mesmo. Fiquei até pensando em escrever uma carta de despedida e publicá-la aqui. Mas a vida me deu motivos para continuar. Deprê agora é passado.

Quem acompanhou o meu diário pôde ver que eu realmente andei mal. Me questionando sobre a vida, sobre o céu, sobre a morte... Filosofei bastante, ainda filosofo  mas algumas respostas eu já encontrei. Estive fazendo um curso pelo SENAI que eu realmente odiei. Do primeiro segundo ao último, eu odiei aquele curso. Talvez seja porque eu estava num mal momento comigo mesma.

No dia 11 de Outubro, eu mudei o meu turno escolar. Passei para a manhã. Foi a melhor coisa que podia ter acontecido! Fiz amizades!!! Grandes amizades, dessas que vão deixar saudades quando eu for embora, mas não é hora de pensar nisso. Ir embora é futuro.
Por quê eu mudei meu turno? PARA TRA-BA-LHAR! Sim, estou trabalhando, finalmente, no Acessa Escola. Lá é ótimo, nada de trabalho pesado, tudo de boa. Foi muito árduo conseguir trabalhar lá, mas valeu a pena. É ótimo, maravilhoso e eu ainda recebo por isso, hahahah...

Infelizmente, meu avô faleceu no final de Outubro. Dias antes do aniversário dele. Foi difícil, chorei bastante, me entristeci, não gostei da despedida, mas foi o melhor para ele que sofria tanto no fim da vida. Foi bem bonito o velório, o enterro, foi tudo bem emocionante. Vou sentir saudades dele reclamando de tudo, falando palavrão, ouvindo modão, deixando a casa bagunçada, assistindo futebol e os DVDs do Mazzaropi. Que ele esteja em paz, junto ao meu pai, no céu ou onde quer que eles estejam. O legado dele segue aqui.

Os últimos meses teve confusão, desistência, briga, limites, felicidade, muita felicidade, felicidade plena, verdades, mentiras e muito pouco tempo para postar aqui, mas eu juro juradinho que estou de volta!

E OS BEIJOS VOLTARAM, AMORES ;*

9 de out. de 2012

É isso mesmo, produção?

Eu fico cem anos luz sem postar nada aqui e, quando paro pra ver, o blog já tem quase 5.000 visualizações. MASOQUEAFODAFODENA? Gente, cês são incríveis!

Já chorei por coisas bobas.


Me lembrei de quando eu achava que era forte demais para chorar por coisas bobas. Tipo livros. Só três livros me fizeram chorar de verdade até hoje: "A Esperança", "Querido John" e "A Menina Que Roubava Livros".



Eu chorei lendo o final de "A Esperança" porque eu não queria me desapegar à Katniss e sua turminha, mas ela mesmo já estava aprendendo a se desapegar deles.
Que final lindo e trágico e cheio de emoções. Que livros! Que trilogia! Li umas três vezes para me certificar que era o fim, que tinha acabado. Não haveria mais garoto do pão ou garota em chamas... Doeu. Dói ainda.
Chorei por Finnick, Prim, Cinna, Effie, Rue, Cato, Marvel, Seneca, Buttercup e sua volta misteriosa, Haymitch sendo um mestre do começo ao fim. Por tudo. Por ter sido tão incrível. Chorei mesmo. Choro de fã. Foi um choro de despedida porque, pela primeira vez, a carrancuda aqui leu uma trilogia - e gostou!



O segundo livro, "Querido John", tem dois choros e todo um significado.
Renato me deu o livro quando nos despedimos no aeroporto. Dentro do livro havia a carta que ele me escreveu. Ele me pediu para ler dentro do avião e foi dentro de uma aeronave que eu paguei um mico enorme rindo e chorando ao mesmo tempo ao ler uma simples carta de cerca de cinco páginas. Depois, quando eu criei coragem para ler o livro - não queria ler porque não queria trazer de volta o dia no aeroporto e como a nossa despedida foi rápida e como Marabá já era passado -, assimilei tantas coisas à minha vida. John era militar e, ao que parece, todos os meus amigos serão militares. Ou seja, tanto no livro quanto na vida real o militarismo só traz uma coisa: despedidas seguidas de mais despedidas. Saudades. E só.
Como não chorar com John Tyree vendo Savannah, o amor da vida dele, seguir em frente com outro cara que ele ajudou a sobreviver. Ele a amou o suficiente para deixá-la ir. Eu ainda não sei como ele conseguiu porque eu nunca vou amar o suficiente para deixar que os meus me deixem... John foi tão humano que me levou às lágrimas dentro de um ônibus voltando para casa.



Mas o terceiro livro, que na verdade foi o primeiro pelo qual eu chorei, foi tão inusitado. "A Menina Que Roubava Livros", um livro que eu encontrei no KUMON, ainda em Marabá e levei cerca de dois meses para ler. É um livro fácil e ainda assim complicado. Demorei a ser pega pelo enredo e só fui ser pega no final. Eu estava lendo a despedida de Liesel Meminger à sua "mãe" Rosa e, quando fui ver, as lágrimas já estavam lá. Eu nunca tinha chorado por coisas bobas. Chorando por um livro. Não, não, chorando por Rosa Hubermann. Por ela ter cuidado de Liesel e ter protegido-a e amado-a nas entrelinhas. Mostrando como é que as pessoas marcadas pela crueldade da vida conseguem amar. Mais humana que um milhão de John Tyrees. Chorei mais por Rosa do que por Hans, que foi o pai mais amoroso da história de todos os livros. Mas as lágrimas me controlaram quando Liesel deu o seu primeiro, único e último beijo em um Rudy Steiner morto e ainda assim tão perfeito. Rudy, Rudy, Rudy... Ele consegue ser mais perfeito que Peeta Mellark, mais humano e puro que John Tyree e Rosa Hubermann juntos e muito, muito mais amoroso que Hans Hubermann. Ele é Rudy. Um garoto fictício que me provou que eu choro, sim, por coisas bobas. Tipo livros.