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9 de out. de 2012

Já chorei por coisas bobas.


Me lembrei de quando eu achava que era forte demais para chorar por coisas bobas. Tipo livros. Só três livros me fizeram chorar de verdade até hoje: "A Esperança", "Querido John" e "A Menina Que Roubava Livros".



Eu chorei lendo o final de "A Esperança" porque eu não queria me desapegar à Katniss e sua turminha, mas ela mesmo já estava aprendendo a se desapegar deles.
Que final lindo e trágico e cheio de emoções. Que livros! Que trilogia! Li umas três vezes para me certificar que era o fim, que tinha acabado. Não haveria mais garoto do pão ou garota em chamas... Doeu. Dói ainda.
Chorei por Finnick, Prim, Cinna, Effie, Rue, Cato, Marvel, Seneca, Buttercup e sua volta misteriosa, Haymitch sendo um mestre do começo ao fim. Por tudo. Por ter sido tão incrível. Chorei mesmo. Choro de fã. Foi um choro de despedida porque, pela primeira vez, a carrancuda aqui leu uma trilogia - e gostou!



O segundo livro, "Querido John", tem dois choros e todo um significado.
Renato me deu o livro quando nos despedimos no aeroporto. Dentro do livro havia a carta que ele me escreveu. Ele me pediu para ler dentro do avião e foi dentro de uma aeronave que eu paguei um mico enorme rindo e chorando ao mesmo tempo ao ler uma simples carta de cerca de cinco páginas. Depois, quando eu criei coragem para ler o livro - não queria ler porque não queria trazer de volta o dia no aeroporto e como a nossa despedida foi rápida e como Marabá já era passado -, assimilei tantas coisas à minha vida. John era militar e, ao que parece, todos os meus amigos serão militares. Ou seja, tanto no livro quanto na vida real o militarismo só traz uma coisa: despedidas seguidas de mais despedidas. Saudades. E só.
Como não chorar com John Tyree vendo Savannah, o amor da vida dele, seguir em frente com outro cara que ele ajudou a sobreviver. Ele a amou o suficiente para deixá-la ir. Eu ainda não sei como ele conseguiu porque eu nunca vou amar o suficiente para deixar que os meus me deixem... John foi tão humano que me levou às lágrimas dentro de um ônibus voltando para casa.



Mas o terceiro livro, que na verdade foi o primeiro pelo qual eu chorei, foi tão inusitado. "A Menina Que Roubava Livros", um livro que eu encontrei no KUMON, ainda em Marabá e levei cerca de dois meses para ler. É um livro fácil e ainda assim complicado. Demorei a ser pega pelo enredo e só fui ser pega no final. Eu estava lendo a despedida de Liesel Meminger à sua "mãe" Rosa e, quando fui ver, as lágrimas já estavam lá. Eu nunca tinha chorado por coisas bobas. Chorando por um livro. Não, não, chorando por Rosa Hubermann. Por ela ter cuidado de Liesel e ter protegido-a e amado-a nas entrelinhas. Mostrando como é que as pessoas marcadas pela crueldade da vida conseguem amar. Mais humana que um milhão de John Tyrees. Chorei mais por Rosa do que por Hans, que foi o pai mais amoroso da história de todos os livros. Mas as lágrimas me controlaram quando Liesel deu o seu primeiro, único e último beijo em um Rudy Steiner morto e ainda assim tão perfeito. Rudy, Rudy, Rudy... Ele consegue ser mais perfeito que Peeta Mellark, mais humano e puro que John Tyree e Rosa Hubermann juntos e muito, muito mais amoroso que Hans Hubermann. Ele é Rudy. Um garoto fictício que me provou que eu choro, sim, por coisas bobas. Tipo livros.

27 de abr. de 2012

Na boa, eu odeio sentir saudades.


Odeio mesmo. O pior é que acontece todos os dias. Eu sinto falta de coisas que eu sei que não voltam mais e eu fico com raiva porque eu sei que não vou ter nada do que eu sinto falta de volta e não importa o que eu faça… vai ser sempre assim.
Nos corredores da minha escola eu vejo meus colegas com seus amigos, todos cheios de assuntos, compartilhando vários momentos e me pergunto se eles fazem ideia do tesouro que eles têm. E eu sei que eles só vão ter ideia desse tesouro quando o tempo vier separá-los.
Foi assim comigo. Tudo o que por um momento me pertenceu o tempo fez questão de levar. Agora, todos os dias eu acordo com saudades e é assim o dia inteiro. Fico sentindo falta de pessoas, lugares, momentos, sorrisos… À noite tudo piora porque eu percebo que o dia passou e a saudade continua lá. Percebo também que todos estão seguindo em frente e só eu fico pra trás porque eu não acho que eu sou capaz de me mover sozinha. Eu preciso dos meus amigos, meus amores, minha família do meu lado.
É quando um grito sobe à garganta e eu enterro o rosto no travesseiro e deixo as lágrimas rolarem que é pra ver se a saudade rola junto com elas e vai embora, mas a saudade nunca vai. Pelo contrário, ela insiste em voltar e volta cada vez mais forte.
Então, eu faço o que me resta fazer. Eu peço a Deus toda a proteção que Ele possa dar à cada um dos responsáveis por tanta saudade. Eu peço a Ele que os mantenha fortes. Eu imploro a Ele para trazê-los de volta. Eu agradeço a Ele por ter colocado-os no meu caminho. Por último, eu me lembro de que eu ainda não morri de saudade. Não dessa vez.

16 de abr. de 2012

Últimas lembranças...

O Renato entrou na minha antiga casa na madrugada do dia 9 de Dezembro de 2011, meu último dia em Marabá... era o último dia dele lá também, mas eu não tenho tanta certeza de que ele sabia disso. Nós enfrentamos alguns obstáculos (ele enfrentou mais) em prol daquela última madrugada. Ele saiu de casa no maior silêncio para não ser descoberto saindo de casa, ele abriu e fechou com cuidado as portas de tela da sua própria casa e da minha também, onde eu, em minha única tarefa, fiquei acordada esperando o Renato me chamar.

Eu não acho que tenha demorado muito tempo até eu ouvi-lo chamar meu nome, o que me assustou um pouco, confesso. Abri a janela e não me lembro bem se ele pulou para o quarto ou se pulei eu para a varanda. Eu só sei que num minuto nós estávamos lá, andando pela vila pela última vez. Traçando nosso caminho por entre as ruas e casas pela última vez. Dizendo adeus a tudo aquilo que fazia parte da nossa realidade. O Renato só chorava, pelo que eu me lembro. Eu só me segurava para não chorar. Para não pensar no fim que estava se opondo a mim. O fim, que acabou nos forçando a dar nossas últimas voltas na vila. Eu só pensava em como era surreal que tudo estivesse acabando e em como a lua estava absurdamente linda numa madrugada tão triste.

Deixei o Renato em casa pela última vez. Voltei o caminho todo sozinha e o que aconteceu foi no mínimo estranho: em todos os lugares para onde eu apontei a minha direção eu me vi em diversos momentos e situações.
Na rua da escola, no caminho até a pracinha, seguindo para o clube... Caminhando por ali eu pude ver nitidamente a mim mesma. Acompanhada por amigos, de mochila nas costas, andando sozinha... Na rotatória da vila foi muito mais real. Como se eu tivesse sido dividida em duas! Eu juro, eu me vi me despedindo do Ju ali na rotatória como eu sempre fazia. Eu vi ele pular nas minhas costas como ele sempre fazia ao se despedir. Eu vi nós dois dançando feito dois malucos sem nada a perder. Eu me vi seguir meu caminho descendo a rua, com o Renato ao meu lado ouvindo música. Eu, acompanhada dele e do Edinho, indo pra feirinha ou saindo para fora da vila rumo ao postinho.
E aí eu acordei pra vida e estava na entrada de casa. Encarando aquelas paredes, janelas e portas. Tentando memorizar cada detalhe dela e de tudo ao redor para não me esquecer de nenhum detalhe daquele lugar.

Já no meu antigo quarto, jogada no colchão, eu baixei a guarda, tirei minha armadura "sou durona demais para chorar" e deixei as lágrimas me vencerem. Eu chorei por tudo o que eu não tinha chorado. Por cada dia que eu vivi naquele quarto, por cada volta que eu dei na vila, por todos os detalhes da casa que eu fiz questão de memorizar. Eu chorei de raiva porque eu não podia fazer nada para evitar que as pessoas que eu mais me importava fossem embora. Chorei de saudade, chorei pela dor que apertava o meu peito, chorei de alegria porque tudo o que eu tinha vivido foi simplesmente lindo.
Agora, escrevendo tudo isso fico com vontade de chorar, mas é em vão porque lágrimas não mudam nada e nenhuma armadura conseguiria se sustentar me fazendo de durona Aquela armadura eu não visto mais. Uma vez que eu deixei as lágrimas vencerem é mais do que justo deixá-las rolarem a qualquer hora. E elas vão rolar toda vez que eu me lembrar da última vez que eu andei na vila com o Renato.

11 de mar. de 2012

Sorocaba

Chegamos aqui na madrugada de segunda-feira, 5, e... eu não sei o que dizer. Não sei mesmo, cara. Sei lá, aqui parece bastante com BH e eu devia estar me sentindo confortável com isso, mas acho que ainda estou meio presa á Marabá e tudo o que eu vivi lá. Preciso abrir os braços pra essa nova cidade e tudo o que possa acontecer aqui. Não, não estou com pensamentos negativos. Muito pelo contrário, estou cheia de expectativas e ainda é tão cedo pra concluir qualquer coisa sobre Sorocaba.
Antes de vir pra cá, eu passei uma semana na cidade maravilhosa... Ah, o Rio... Sempre lindo e com cara de cartão postal. Fiquei na casa da Lu e do Mauro, padrinhos do Gui e da Giovanna. Eles são muito gente boa, super tranquilos e animados. A Ana Clara, filha deles, é um amor de criança! E tem outra criança vindo, é a Yáyá, o bebê que a Lu está esperando e eu tenho certeza de que ela vai ser uma fofura! Foi muito legal passar uns dias lá, gostei bastante.

Voltando ao assunto: acho que por ser parecida com BH, Sorocaba não tem tantas novidades como Marabá tinha. Apesar de ficar no interior, é uma cidade bem estruturada. Não tem cara de cidadezinha mixuruca do interior. Tem cara de cidade grande e, ao que parece, cresce cada vez mais.
As crianças parecem ter se adaptado super bem com a cidade e a escola. Nem reclamam da pequenez do apartamento onde moramos. Aos poucos, vamos mobiliando o lugar: "de vasilhas de plástico a geladeiras novinhas em folhas", como foi em Marabá.
Ainda não estou estudando. É absurdo, eu sei. Estamos enfrentando dificuldades em relação à minha matrícula, mas acho que essa semana tudo vai se resolver e eu vou começar os estudos. Estou animada com os estudos e gostei da ideia de estudar à noite. Visitei a escola onde eu vou estudar e é bem grande! Meu direitor parece com um diretor que eu já tive antes, deu até medo. E o povo da escola, á primeira vista, parece muito esnobe, mas talvez, eu esteja errada. Torço para que eu esteja COMPLETAMENTE errada!

Aqui faz frio de manhã e à noite e de tarde temos um "falso calor" (calor que não é calorão, nem calorzinho), clima super parecido com o de BH! O trânsito é uma merda por causa dos motoristas. Sério, aqui parece que NINGUÉM sabe dirigir. É gente parando o carro do nada, deixando o carro morrer, fazendo curvas na hora errada... Não sei como é que não teve nenhum acidente ainda.
Eu bem achando que Sorocaba, por ser no interior e ter nome de cantor sertanejo só tocaria sertanejo. Eu estava parcialmente certa: aqui toca sertanejo sim, mas tem tantos, tantos, taaantos metaleiros, roqueiros, punks... Tem muitos aqui que se vestem de preto, tem cabelão, tatuagem, alargador... Eu vi um menino de uns 11 anos com moicano, camisa preta e cara de mau! Modão é o escambau, o negócio deles é ROCK N' ROLL!
Ah, eu ainda não conheci ninguém. Espero que eu faça alguma amizade na escola. Pensamento positivo contínuo sempre. Vamos ver se com o tempo eu abra os braços pra essa cidade e tudo o que ela tem para me oferecer.

12 de dez. de 2011

Demorei a postar, né?


9 de Dezembro. Que dia corrido esse meu último dia em Marabá!
Eu não sei, mas eu tenho a sensação de que não foi o meu último dia... Todo mundo ao meu redor dizendo que era a última vez que eu via isso ou fazia aquilo e eu negando ser a última vez. Doce ilusão! Não vou mais ver meus amigos, não vou morar na casa da vila, não vou caminhar pela vila, não vou estudar na mesma escola e não vou mais estar na cidade. Eu ainda não acredito nisso tudo... Que efeito será esse?

Buscaram meu resultado na escola. Passei de ano! E passei DI-RE-TO!
Lá na escola eu tive a chance de ver alguns amigos pela "última vez". E não teve choradeira como no dia 6, na terça-feira, no último dia de aula pra quem não ficou de recuperação. É sério, eu juro que quase desidratei de tanto chorar. Foi um dia tão triste que NÃO teve post aqui no Tonight porque eu não estava em condições de fazer nada além de chorar.
Meus últimos dias não tiveram cara de despedida. Não foram dignos de últimos dias e eu gostei porque eu queria que meus últimos dias fossem iguais a todos os outros. Acho que isso é que causou a tal sensação de que eu voltaria pra Marabá em breve. Tinha que ter cara de despedida pra eu entender que era o fim, mas eu não quis que tivesse cara de despedida... A culpa de eu me sentir assim é minha!

O dia nove foi corrido também porque foi esse dia que eu escolhi para viajar. O destino? Belo Horizonte, é claro. Passar o aniversário/Natal/Ano Novo com os mineiros. Difícil deixar os marabaenses sozinhos neste fim de 2011... Mas é isso e ponto final.
No aeroporto foi pura tristeza... ruim demais me despedir do Gui, da Giovanna, da tia Sandra e do Edinho. Não chorei na frente deles... Eu só chorei na sala de embarque!
A ida para BH foi quase tranquila. A neura me acompanhava. Neura de quem viaja sozinho pela primeira vez: não perde o cartão de embarque, não perde os documentos, não perde o horário, não perde tempo, não perde a bagagem de mão!!!
Me senti o máximo por estar viajando sozinha e ter toda a situação em minhas mãos. Ok. Eu me senti assim até entrar no avião... foi TÃO estranho não ter ninguém da família por perto e foi horrível fazer piada com o inglês das aeromoças - minha tia sabe do que eu estou falando - sem alguém da família pra rir comigo.
Não gostei muito do pessoal da Gol me tratando feito criança, me dizendo tudo o que eu já sabia e me enfiando no meio de um monte de pirralhos. Eu sei que é o trabalho deles e que minha tia solicitou acompanhamento... Mas foi tanta chatice!

O trajeto foi Marabá - Belém - Brasília - Confins. Os voos começaram à noite e terminaram de manhã quando eu cheguei em BH, no dia 10.
Renato me fez companhia. Eu escolhi o dia 9 porque ele também tinha escolhido. Foi tudo combinado ;) o destino dele era o Rio e o meu Minas. Nosso trajeto era o mesmo até Brasília. Atravessamos a madrugada dentro do avião e, pela manhã, chegamos em Brasília e foi tudo muito rápido... ele me deu um abraço apertado e saiu apressado porque tinha que ir logo pra sala de embarque. Não deu tempo de chorar e fazer cena no aeroporto como a gente achou que ia ser. Ele me entregou o livro "Querido John" e dentro do livro estava a carta que ele me escreveu. Li a carta dentro do avião e todas as minhas lágrimas que tinham ido embora no dia 6 voltaram e eu as chorei de novo e novamente. Eu chorei de saudade porque a carta em si relembra momentos divertidos. Tinha um cara do meu lado que estava lendo jornal e com certeza acha que eu sou louca porque eu ria e chorava ao mesmo tempo.
Confins contribuiu para o clima de tristeza porque não há nada mais triste do que olhar as gotas de chuva molharem a janela. Desci do avião, peguei minhas malas, saí pra fora e lá estava a minha tia Rox me esperando... E minha vó também!

Depois disso, em BH, eu vi o restante da família, comi e dormi pra caramba e depois eu lembrei que tinha que postar aqui. Acho que contei tudo pra vocês.
O resto deixa pra lá, pra Janeiro... que é quando eu vou pra Sorocaba começar tudo novo de novo! Seja o que Deus quiser.

beijos de quem esqueceu de postar com mais frequência ;*

21 de nov. de 2011

Isso tudo é tão triste




Quem vai se mudar pra longe e quem já se mudou pra longe sabe do que eu vou falar agora e sente, sentiu ou sentirá a mesma agonia.

Domingo, 6. Posso dizer que fiz uma dissecação no meu armário. Achei milhares de desenhos meus, desenhos de amigos, desenhos da Bia), cartinhas, fotos, folhas com conversas super confidenciais mais conhecidos como "MSN folha" ou "MSN de papel", bilhetinhos da escola, trabalhos escolares, quadrinhos e tirinhas incompletos, cartas que eu escrevi e os destinatários nunca as lerão. Muitas coisas eu tive que jogar fora porque era muito papel. As únicas coisas que sobraram foram as fotos, as cartinhas e os desenhos dos amigos. O resto eu fiz questão de picotar, folha por folha, pra ninguém saber do que se trata.
Em cada folha que eu pegava tinha uma história diferente, momentos que ditaram a minha vida aqui em Marabá. Cada uma tinha algo sobre quando eu cheguei, sobre quando eu queria ir embora, rolos da escola, paixonites, desabafos depressivos, letras de músicas, confissões. Dava pra fazer um livro! Foi muito triste jogar os papéis fora. É difícil a lição do desapego. Por mim, eu faria mesmo um livro com toda a papelada. Mas tem coisas que é melhor deixar no passado, é melhor deixar pra trás, deixar pra lá.
No armário também tem cadernos do ano passado, com anotações, piadinhas, desenhos, matérias, exercícios, vistos... E livros cheios de coisinhas escritas nos cantos das páginas ou rabiscos nos rostos das imagens. Isso eu não joguei fora porque eu não tive coragem... Vai entender!

É ruim ter que empacotar as coisas porque isso vai selando o fim... Ainda há muito o que empacotar e ainda há malas a fazer. Isso tudo é tão triste... Cada caixa, cada coisa, cada papel, cada caderno, cada livro... Cada um tem um significado, uma história, um momento e é horrível a agonia que se sente ao perceber que acabou, que já passou, que não volta mais...
E quando for oficialmente o fim?

beijos tristonhos, amores ;*

20 de nov. de 2011

Queridos, cheguei!

Não, eu não estava viajando. É que a D. Criatividade sumiu, sabe? Ainda tá sumida... Mas juro que quando ela voltar eu posto feito uma louca aqui. "Voltei" a pedido dos fãs que eu não tenho, haha.
Enfim, vamos mesmo pra Sorocaba (SP) e eu sinceramente não sei o que esperar. A gente sempre tem uma noçãozinha do que pode ser, mas nem isso me vem à mente. Não tenho idéia do que vai ser. O que tiver que ser, que seja! Estamos em processo de mudança. Empacotando coisas, vendendo coisas e buscando informações sobre a cidade.
Na escola é estranho: eu estou lá, com meus amigos, todos rindo e se divertindo e eu paro no tempo olhando pra eles e dá aquele aperto no coração. Acho que eu olho pra eles na tentativa de capturar a imagem daquele momento pra que eu nunca me esqueça e também acho que de tanto tentar fazer isso eu acabo não participando muito do momento. Vai ser horrível no último dia de aula - que está pertíssimo - quando o 9º ano tiver um fim de verdade. Enquanto isso, eu continuo a capturar imagens... Ainda tem a semana de provas e mais uma semana de aulas, vai dar pra aproveitar muito.

E tem aniversário chegando aí... Pois é, eu e o Edinho vamos comemorar o nosso niver no mesmo dia com uma festinha. Ele é do dia 5 e eu do dia 24 de Dezembro e como vamos embora os dois, a festa vai ser no mesmo dia: 3 de Dezembro, um dia depois da minha última feirinha =/
Estamos ocupadinhos com os preparativos da festa e talvez seja isso - e as provas - que estejam me impedindo de postar aqui. Juro que quando a calmaria vier os milhões de posts virão também.

beijos de quem não posta faz tempo, amores ;*

24 de jun. de 2011

Brincando no Google Maps, brincando com minhas memórias...




Eu adoro perder tempo com os produtos do Google... Meus favoritos são o Maps e o Tradutor (que foi o meu verdadeiro professor de inglês, aprendi a falar e escrever só usando o tradutor, na época que a tradução prestava).
Anyway, um dia desses aí eu resolvi achar alguns lugares de Belô e achei o meu cafofo! Quer dizer, a entrada do meu beco, onde fica o meu cafofo ;)
Segura o print:

Beco, Sweet Beco...

E achei a minha primeira escolinha, Creche Nosso Abrigo (back to '99):
Nem lembro as pirralhadas que eu fazia ai :P

E uma das Lan Houses onde eu matava aula, matava o tempo, fugia de casa, dos problemas, da mãe, da irmã, do mundo... (bons tempos, lol):
GTA, GTA, GTAAAAAAAA O___O'

Aí eu empolguei e achei o antigo endereço da minha avó (e descobri que a casa fica tipo numa encruzilhada do capeta cabulosa):
Sei não, mas o carrinho aí embaixo parece o da minha tia.

E a escolinha onde minha prima Julia estudava (também a primeira escolinha do Gui):


Ainda na vibe da empolgação master, achei o outro endereço antigo da minha avó (porra velho, quase chorei quando vi a foto da casa... vieram todas as memórias da minha infância, da chegada da Julia, da Mel, das treta com a minha irmã, das brincadeiras no jardim, das minhas primeiras anotações e desenhos toscos na primeira minha agenda, pqp mano, chorei agora D'=):


Aí eu pareí, porque se não eu ia chorar de verdade. Saudade daquele tempo... Saudade da minha família. Saudade: a maior prova de que o passado valeu a pena.

Beijos melancólicos, amores ;*

30 de mar. de 2011

Estamos de volta!

Meus fãs, cheguei. Brinks... Tô de volta, Marabá! Sentiram saudades? Eu também. (:

Vamos lá, como foi a viagem de volta?
 Fato #1 - Nunca estive num avião com comissárias de bordo tão feias como o primeiro voo da noite. Elas são sempre divas e tinha uma lá que tinha uma bereba na cara, outra era toda PNEUMÁTICA, cheia dos pneus.
Fato #2 - Nunca estive um avião tão cheio como o segundo voo da noite. Tava muito lotado. Fiquei espremidinha no meio de um cara e de uma moça. Sinistro!
Fato #3 - Nunca me senti tão foda por saber um pouco de inglês. No aeroporto de Belém, eu encontrei na livraria uma revista BOP, tipo revista Capricho, cheia de fofocas sobre famosos, só que americana. Eu fiquei lá, lendo a revista, entendendo o conteúdo da revista, babando nas fotos (tinha um poster do Joe Jonas, coisa linda) e toda entretida.
Fato #4 - Nunca pensei que fosse ficar tão feliz por estar de volta ao fim do mundo. Não que eu não esteja MORRENDO de saudades da minha cidade, da minha família e amigos. Mas eu senti TANTA falta dos meus amores por aqui.

Fiquei louca pra ir à escola de uma vez, só que eu fui tirar um cochilo e acordei tarde, fiquei puta da vida --'
Mas os meus migs vieram me ver, eles são tão fofos, eu amo tanto eles *-*'
Daqui a pouco tem aula e eu vou, toda feliz e saltitante mesmo sabendo que hoje tem prova. Tô empolgadíssima pra voltar até lá e encher aquela sala de brilho, graça e humor. Convencida? Naaaada! Só estou excessivamente empolgada.

Beijões empolgados com muito carinho, amores.

24 de mar. de 2011

Olá, amores!

Desculpem o sumiço. É que a viagem pro Rio, tinha Belo Horizonte logo em seguida.
Cheguei na minha capital mineira no domingo à tarde. Tão bom estar aqui, mesmo sabendo que eu não pertenço mais à esse lugar. É boa a energia. Minha casa continua lá, as ruas por onde eu tanto andei, tudo, até o céu continua o mesmo! Eu é quem mudei. Dá pra perceber.

Foi estranha e ótima a sensação de ver a família de pertinho. Vi minha mãe, quem eu mais queria ver. Tive tanto medo da reação dela ser... negativa. Não foi assim. Foi tudo o que eu não conseguia imaginar. É sempre assim, eu imagino uma coisa e acontece outra.
Minha família continua esquisita, hilária, divertida, doce e besta como sempre foi. Ninguém mudou, não comigo.
Todas as pessoas que eu conheço também continuam as mesmas. A mudança por aqui foi pouca.

Fui ao shopping, comi fast food, fiz comprinhas, estou lendo um livro, vou visitar meu avô e, aos poucos, me despeço dessa cidade que é tão minha.

Prometo que atualizo direitinho quando eu chegar em Marabá.

9 de mar. de 2011

Há desabafos em meu caderno (parte um)

6/3/11

Nesse exato momento (20h ou 21h) eu sinto falta de muitas pessoas. Sinto falta de um lugar. Só um lugar.
E também nesse momento eu tenho ódio de tudo o que está ao meu redor. Tenho ódio de mim agora, nem sei porquê.

Na verdade, há meses, quem sabe anos, eu estou me sentindo mal, com um maldito bolo na garganta, uma dor sem razão.
Não consigo chorar, não consigo me abrir, não consigo fazer nada. Absolutamente nada.
Continuo sentindo falta dela. De como só ela sabia como eu me sinto sem eu nem ter falado nada.
Será que ela sabe agora? Será que ela sempre soube?
Preciso de ajuda. Rápido. Não quero um abraço ou um ombro amigo, é sério, não vão adiantar, além de serem extremamente falsos. Eu quero ajuda.
Deus, eu preciso de ajuda.

SOLO (pra minha mãe)

"Got me planning to go solo."

Acredita que eu quase disse isso pra minha mãe? Cara, faltava pouco pra eu dizer. Coisa feia...
Agora eu, que parti sozinha, sinto falta dela. Todos os dias. Sempre. Fica pior às oito ou nove da noite, o horário em que ela chega do trabalho.

Eu queria ter dito tantas coisas pra ela.
Eu só sinto falta dela, é só isso.
Ela não morreu, não. Ela só está há cerca de 3.000km de distância, muitas cidades estão nos separando. Não são só cidades, há muita coisa em jogo.
Eu quis isso pra mim. Foi mal, mãe.

Eu quero a minha mãe. Eu quero e quero agora.
Que garotinha boba eu sou.
Você sabe, né, mãe? Sabe que eu sinto a sua falta. E você sente, mãe? Porque você não liga pra mim e diz o que sente? Porque eu não te ligo e digo o que sinto?

Eu te amo, mãe. É o que eu sinto.

Escrevi isso na aula de matemática, editei algumas coisas e postei aqui. Eu sei, eu sei, eu devia estar estudando na aula... Mas eu tinha que fazer alguma coisa pra toda a dor que eu estava sentindo parar. Não parou até agora.

Agora não tem beijo, amores.

7 de mar. de 2011

Carnaval!



Chegou a hora de se fantasiar, de colocar as máscaras, de pular e pular como se não houvesse amanhã! Epa: amanhã ainda é carnaval! Que felicidade! Ou não. Mas, como não?
Vamos imaginar um carnaval ruim. Tipo, muito ruim, mas muito ruim mesmo. Uma coisa que vá além do péssimo!
Imaginou? É mais ou menos assim que funciona o carnaval em casa. É horrível! Por que o que vai além do péssimo? Nada. E é exatamente isso o que se faz em casa durante o carnaval: nada.

Nunca tinha passado um carnaval assim. Tudo tem sua primeira vez, né?
Já passei o carnaval em casa de praia, jogando mini-game, conversando com a minha avó, vendo TV, mas eu tava na praia! No dia seguinte, eu ia pra praia! Sol, areia, mar, pele ardendo, calorão, gente bonita, gente feia, crianças, trios elétricos, vendedores ambulantes, guarda-sóis voadores, tiozinhos assanhados, festa de manhã, festa à tarde, festa à noite... Festa!

No carnaval na praia, na festança, sempre vinha alguém me arrastar pra rua, pra ver o trio. Eu não curto toda essa folia. Prefiro ficar vendo o povo se embebedar, correr atrás do trio, dançar loucamente e fazer coisas que até Deus duvida. Prefiro ficar criticando esse povo e por dentro, estar morrendo de inveja da liberdade com que eles fazem essas coisas, como um bando de sem-vergonha. Maldita seja a minha timidez.

Antigamente, eu ia pra praia brincar com a criançada. Isso porque eu era criança, óbvio, né!
Era MARA ir à praia e ficar torrando debaixo do sol, se matar pra construir um castelinho de areia mixuruca, se enterrar na areia, encarar a água gelada, pular onda, cortar onda, tomar onda! Implorar pra mãe comprar isso e aquilo e aquilo outro, fazer a alegria dos vendedores ambulantes, comer até dizer chega! Catar as tralhas na hora de ir embora. Chegar em casa e dormir muito pra repetir tudo no dia seguinte.
Chega, tá ficando nostálgico. Maldita seja a nostalgia.

Eu tô reclamando de barriga cheia. Por que eu poderia muito bem ir ao clube e curtir o carnaval de lá. Acontece que eu já tô cansada de ver as mesmas caras em todas as festas do clube e eu não converso com nenhuma dessas caras que eu estou super acostumada a ver e, ir à festa do carnaval vai me fazer lembrar do carnaval na praia. Carnaval vai me fazer lembrar a praia. Eu vou ficar na saudade. Maldito seja o bloco dos "Fica em Casa".

Eu tenho uma segunda opção: assistir ao carnaval pela TV.
Tudo bem, fiz isso. Assisti os trios elétricos, os hits do carnaval, geral fugindo com o Supermam ou descendo até o chão com o TCHUBIRABUROM. tudo numa boa. Mas o que me pegou foram os desfiles: eu sempre via os desfiles pela TV, na praia! Que droga!
Imagine um carnaval em casa, vendo os desfiles pela TV. Legal, né? Carnaval lá, colorido, animado e a sua TV faz o favor de permanecer em preto e branco! A minha TV está exatamente assim!
Nunca, mas nunca queira ver o carnaval colorido e animado numa TV em preto e branco, com riscas na tela e chiados.

O que mais falta pra completar o meu desastre de carnaval? Ah, é: o carnaval esse ano é em Março. As águas de março fechando o verão. Eu não faria tanto drama em passar o carnaval em casa no mês de Fevereiro, porque em Fevereiro tem carnaval! Tem verão forte, tem folia, tem a verdadeira energia do carnaval. Carnaval em casa, em Fevereiro, seria um pouqinho melhor.
#justsayin

Beijos carnavalescos, amores.

11 de fev. de 2011

Unfabulous & The Sleepover Club

Tá legal, o título aí refere-se a duas séries que eu adoro, porém não são exibidas mais: Normal Demais (Unfabulous) e Clube do Travesseiro (The Sleepover Club).


- Normal Demais eu assisti pela primeira vez quando passou no programa Pic Nick na Band. Minha irmã adorava a série mais que eu, hahah... E eu fiquei revoltada quando trocaram Normal Demais por Clarissa Sabe Tudo, uma série idiota dos anos 90! Eu morria de rir com a Addie Singer e não entendia o fanatismo dela pelo Jake. Que foi? Eu era criança :3


- Clube do Travesseiro eu nem sei quando foi que eu descobri, mas eu via no Boomerang e essa série sim, eu AMO! Fiquei chateada porque agora passa tipo, umas três da manhã é muita maldade com os fãs /chora
No básico é uma série que fala de cinco garotas que criam o "Clube do Travesseiro", uma sociedade secreta com rituais e convenções próprias. Ou seja, o máximo!

Tenho tanta saudade dessas séries, deviam voltar a passar em horário nobre na Globo! Por que gente RYCA! como eu é tudo "amiguinha" dos globais. E tenho dito!

Beijos de seriado, amores ;*
Comentem

4 de out. de 2010

:/

A escola em que me puseram aqui em Marabá não conquistou o coração da minha tia como conquistou o meu... Na verdade, não foi a escola - que é bem legal - e sim as pessoas de lá, exceto algumas, umas quatro ou cinco.
Sendo assim, fui colocada pra estudar em outro colégio. É bem perto de casa (é colado em casa), e dizem que é o melhor.

Sobre o colégio novo... Pode até ser o melhor, mas quem me garante que eu vou encontrar as melhores pessoas lá? Ninguém, porque eu não vou. Todas as qualidades e defeitos que eu encontrei em minhas amigas fazem delas as melhores pessoas do mundo.

Não é a primeira vez que eu deixo grandes amizades para trás. E não é a primeira vez que eu me quebro em pedaços, já morrendo de saudades da farra, dos segredos, das broncas, do riso, do choro, das demonstrações de afeto extremamente exageradas, das palhaçadas... De tudo. Eu tento ver isso como um sacrifício, de certa forma isso é mesmo um sacrifício. Dizem que nós temos que abrir mão de algumas coisas, fazer um sacrifício atrás de um sonho. Mas que sonho é esse? O que eu quero pra mim? Nesse momento, tudo o que eu não quero é apagar o que foi feito, perder tudo isso assim, sem mais nem menos.

Eu posso sim fazer novas amizades, conversar com algumas pessoas, mas não vai ser a mesma coisa. Isso é difícil porque envolve os sentimentos, aqueles que eu prefiro deixar escondidos. Agora eu estou aqui, de coração aberto, colocando tudo pra fora, pra ver se melhora esse sentimento ruim, esse nó na garganta, essa vontade de me enfiar em um buraco e não sair de lá nunca mais... De uma coisa eu tenho certeza: Vou MORRER de saudades.

# Aonde quer que eu vá, te levo comigo . @ Restart - Levo Comigo

Post dedicado a Bia (não respeita a tristeza alheia), Bru (chorona), Gabi (chorona 2), Bya (gêmea), Victoria (traaaste), Isla (i just need somebody to love...), Póy (sim, Ana Paula, até você...), Zahara (own, bichinha), Antônio Victor (gigante), Bruno (soviético kkk) e todos os meus amigos da 7ª A e do Futuro Educacional, vocês são inesquecíveis.
Em especial para o Juvs, o Dani Pops Show e todos os garotos que eu sequei, haushasuh '

26 de jul. de 2010

UPDATING - PARTE 3 - Férias, my friend, férias...

Minhas férias foram, no mínimo, normais. Fiquei em casa, curtindo o que é acordar tarde e ficar o dia inteiro sem ter o que fazer. Foram as primeiras férias escolares fora de BH.

Todos os meus amigos viajaram e eu fiquei aqui... Tia Rox falou que viria no dia 17, fiquei super feliz.
No dia 16 de Julho, minha vó fez aniversário. Me senti tão mal... Não poderia abraçá-la, comemorar o aniversário com ela e nem deu pra ligar =/

Eu estava tão mal que até desanimei um pouco com a vinda da tia Rox. No dia 17, ouvi uns barulhos de manhã, devia ser ela chegando. E era isso mesmo, tia Rox, Mía, minha irmã, tia Cátia, Júlia, minha prima e minha vó! Elas vieram! Tomei um susto quando a Mía pulou em cima de mim, levantei rápido e fui abraçar minha vó. Nunca me senti tão bem. Desejei feliz aniversário a ela, mesmo que fosse atrasado. Ela estava ali!

Foi uma semana ótima, perfeita! Deu pra relembrar bem do que a gente fazia em BH.
Elas vieram pro aniversário do Gui. Foi bem legal, não comi muito como de costume. Mas gostei da festa.

Outros pontos marcantes das férias:
- Eu e minha prima Natália éramos loucas com os Jonas Brothers. A minha paixão por eles resultou em comprar todos os CDs e estar ligada neles 24hs por dia. A paixão dela resultou em pôsteres e mais pôsteres... E eu ia comprar os pôsteres com ela. Então, a Natália mandou todas as revistas e pôsteres pra mim. Ah, cara, amei as revistas, chorei com a cartinha que ela escreveu e lembrei de tudinho.

- Tinha uma cobra na janela do quarto da minha tia =O
Deixa eu contar isso direito: Fui no varal que fica do lado de fora da casa pegar a toalha da Giovanna, porque eu ia dar banho nela.
A casa é protegida com telas, por causa dos insetos e outros bichos. Tem três portas de tela: A da entrada, a da área de serviço e a da varanda.
Passei pela porta da área de serviço, peguei a toalha e a Júlia, que tava brincando na varanda, me viu lá fora e pediu pra eu passar pela varanda. Quando eu abri a porta, olhei pro lado e vi uma cobra toda enrolada, bem do lado da janela (e o Gui tava sentadinho do lado dela, nem percebeu).
Olhei bem pra ela e fiz a pergunta mais idiota do ano: "É de verdade?" a Júlia respondeu que sim. Na hora eu saí correndo gritando "Cobra! Cobra! Vó, fecha a janela! Cobra! Cobra!". E todo mundo se enfiou dentro de casa.
Fiquei sem saber o que fazer, tentei ligar pra minha tia, tentei seis vezes e nada! Ficamos umas três horas trancados em casa com medo da cobra. Eu ia de cinco em cinco minutos ver se a cobra ainda estava lá.
Quando minha tia finalmente retornou minhas seis ligações eu já fui falando logo com ela sobre a cobra. Ela mandou eu chamar o vizinho. Fui morrendo de medo chamar o vizinho e ele pegou a cobra. Não quis matar ela ¬¬'

Eu estava tão esquecida da vida que esqueci que tinha mais uma semana de férias *-*
E como eu faço parte da série "Isso Só Acontece Comigo", fiquei doente na última semana de férias. Estou doente, pra falar a verdade.
E agora estou aqui, tentando achar um fim pra esse post tosco. Limpando o nariz, com a garganta doendo, de pijama às 15:00Hs e morrendo de sono. O_O

Vou ali fazer um leite com Nescau e biscotinhos, fui-me.

4 de mai. de 2010

Crianças...

Aqui em casa nós temos duas, haha... Bebês pra ser sincera. A melhor dupla de dois! Meus dois capetinhas.
Cara, eles me lembram MUITO eu e minha irmã. Uma hora estão quietos, felizes, brincando juntos e no segundo seguinte eles estão bagunçando, nervosos e se batendo. Chega a ser engraçado. E quando eles são colocados de castigo o Gui fica lá, todo carrancudo, parece a minha irmã. Não pede desculpas, não fala nada, fica com cara de quem comeu e não gostou. E a Giovanna pede desculpas na língua dela, abraça e dá beijo pra se livrar do castigo de uma vez, no caso sou eu. Fazia de tudo um pouco pra sair da situação, pra me ver livre.
Minha tia fica em tempo de morrer, nervosa, sem saber o que fazer... Ela que se prepare, por que eles ainda vão aprontar muito. Palavra de quem já aprontou também ;)

29 de abr. de 2010

Mudança :/

Pois é, demorou, mas saiu a tão esperada casa na Vila Militar. O problema mesmo foi a mudança... Caixas aqui, caixas lá, caixas em cima, caixas em baixo. É muita tralha!

Estamos, aos poucos, arrumando tudo, colocando cada coisa em seu lugar. Até eu já arrumei minhas coisas do meu jeitinho, minha bagunça organizada. É legal você arrumar suas coisas sem ninguém dizendo o que você deixa ou não de colocar no quarto. Mããããães... Sempre tem aquele comentariozinho do tipo “Não acha melhor as calças desse jeito aqui?”

Estou morando longe pacas da minha escola e agora eu vou de carro com a tia Silvia pra lá. Ela é bem pontual e bem legal (rimou)

Sinto falta de só dobrar a esquina e chegar à escola, sinto falta também de quando qualquer um de nós chegava e gritava: “Me dá a chave!” – Quando eu fazia isso a Giovanna vinha correndo, sorrindo, fofa – sinto falta da pequenez do apartamento, os móveis improvisados, comprados no desespero e deixados lá. Sinto falta do Matheus fazendo bagunça com o Guilherme no corredor, a barulhada que os brinquedos faziam no corredor vazio e calado, a gritaria das crianças...

Eu sei que aqui, na Vila, é melhor porque tem mais espaço, cada um tem seu canto, vai ser melhor pra nós... Mas, eu vou sentir tanta saudade do 104!

Dedico esse post aos momentos tristes, felizes e caóticos que eu passei no Residencial Alfa Rio, aqui em Marabá.

15 de jul. de 2009

Volteei

E aê cambada ?
Estou de férias no RJ. A casa da tia Sandra tá LOTADA! Não cabe mais ninguém!!!
Dia 14/07 foi a festa dos meus primos Luis Guilherme, 3 e Giovanna, 1.
Eu voltei a ser criança... brinquei, comi, bebi...
Ganhei de 2x0 da tia Rox no futebol, e SOZINHA eu ganhei de 6x0!!! Inacreditável!
A festa tava MUUUITO BOA! Os docinhos e salgadinhos deliciosos, o bolo da hora!
E a diversão garantida :)
Tá meio frio aqui e eu tô com o nariz ruim... e virei usuária do papel toalha. (Tia Sandra entende o que eu tô falando, haha.)
Espero curtir os últimos dias no RJ!


fuui ;*

22 de jun. de 2009

Mamãe motorizada

Minha Mãe conseguiu a licença para dirigir há uns dois anos...
Sexta feira ela alugou um carro!!!
Confesso que fiquei com medo no começo, ela dava umas arrancadas e freadas bruscas que me obrigaram a rezar, gritar, e usar o cinto de segurança!!
Mas até o fim da noite minha Mãe foi se dando bem melhor com o carro.
Ela alugou pra "treinar" no trânsito... E até que ela dirige bem.
Minha Mãe no volante foi incrível!!!
Parabéns Mãe, arrasou!!!


Mudando de assunto...
Dia 20 de Jun, minha priminha Giovanna fez 1 aninho de idade...
Parabéns Giovanna, desejo toda a felicidade do mundo pra você, continue sorrindente e linda como você é.
É ruim não poder te dar um abração, já que você mora MUUUITO longe de mim.
Espero que nos próximos aniversários eu possa te abraçar beeem forte e comemorar seu aniversário com você.
É meio tristinho saber que você está crescendo... daqui a pouco não vai ser mais aquele bebezinho lindo e fofo que sorria sempre pra mim.
Mas é lindo acompanhar (mesmo de longe) o seu crescimento, a sua evolução...
Aproveite sua fase... agora você está descobrindo coisas novas, e um mundo maravilhoso cheio de fantasia e imaginação pra você se divertir.
Seja muito, muito feliz, tenha tudo de bom na vida.
E QUE VENHAM OS PRÓXIMOS ANIVERSÁRIOS !!!