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26 de jul. de 2013

Experiência Jonas Brothers, O FIM?

Foto em destaque
Eu amo vocês <3 td="">

Quando o show acabou, caí no chão quando, desabei porque a voz sumiu, o coração voltou a bater, o mundo ao meu redor voltou ao normal. O que eu sei é que, durante 5 anos, eu sonhei o mesmo sonho dia após dia: um show dos Jonas Brothers em Belo Horizonte, minha cidade natal. No dia 8 de Março de 2013, meu sonho deixou de ser sonho e se tornou realidade e foi um milhão de vezes mais perfeito. Embora eu ainda ache que estou sonhando, eu vi com meus próprios olhos os Jonas Brothers, a banda deles, os instrumentos, as vozes, as músicas, tudo o que antes eu via por uma tela de computador. Eles são reais. E o meu amor por eles é mais real ainda.  Valeu a pena esperar 5 anos sem desistir, chorar porque eu não podia ir aos shows dele no Brasil, chorar por causa da pausa de dois anos que eles fizeram, chorar de orgulho do caminho certo que cada um deles tomou e chorar ainda mais com a volta deles, com as músicas novas, com a turnê pela América Latina.

E se você tem um ídolo e tem um sonho de conhecê-lo: nunca desista, nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca mesmo! O seu sonho vai se realizar, podem demorar 5 anos ou mais, mas eles vão se realizar! E quando isso acontecer vai ser a melhor coisa do mundo.

LIVIN' THE DREAM, BABY, LIVIN' THE DREAM

Experiência Jonas Brothers, a Playlist

Foto em destaque
EU TAVA LÁ!!!!!!!


SOBRE A PLAYLIST: não sei se está na ordem certa, mas eu sei todas as músicas que eles tocaram no show, então eu vou dizê-las.

"Paranoid “abriu o show e a galera pulava e gritava loucamente. O Joe fez um “x" com os braços no verso “that’s why my ex is still my ex…". Eu pirei demais vendo o Joe levantar o suporte do microfone como ele fazia nos vídeos. É tudo de verdade! Chorei muito quando os vi. Eles são lindos!

Em “Still In Love With You" o Joe jogou água no pessoal. Ainda bem que ele fez isso porque eu já estava me sentindo como um frango daqueles que fica rodando na assadeira gigante do mercadinho.

Cantaram “BB Good", onde eu gritei feito uma louca e fui pulando até chegar lá na frente e CONSEGUI!

"Last Time Around" foi perfeita, perfeita, perfeita com o Kev e o Nick no solo final de guitarra e o Joe junto do Garbo.

"That’s Just The Way We Roll" foi quando o meu coração parou de bater de verdade porque o meu sonho era ver os Jonas cantando TJTWWR ao vivo como no DVD do filme deles e foi do jeito que eu pensei que seria: mil vezes melhor que o DVD.

Em “Play My Music" eu cantei e pulei até o pulmão dizer chega. Essa música me fez lembrar dos Jonas em Camp Rock, tão novinhos, tão lindos e eu me senti com 14 anos outra vez, rindo do Kevin e sua casa de passarinhos toda santa vez que eu via o filme.

CHOREI A MINHA VIDA LEMBRANDO DO JU (meu ex-marido, melhor amigo, xodó, xuxu, morro de saudades, dois anos sem ver) QUANDO O NICK COMEÇOU A CANTAR “GIVE LOVE A TRY" PORQUE GENTE ESSA MÚSICA É MINHA E DO JU TOTAL <3 a="" ali="" amo="" caiu="" chorei="" e="" eram="" estavam="" eu="" ficha="" frente.="" jonas="" meio="" minha="" na="" os="" p="" porque="" que="" tanto="">
Okay, “Turn Right" foi a coisa mais perfeita da noite porque Kevin Jonas cantou a ponte da música INTEIRA! E ele canta lindo! Calando a boca de quem diz que ele não canta. Depois que ele cantou a galera puxou coro gritando “Kevin" e ele ficou se rindo todo, um fofo!

Teve “Gotta Find You" também e não teve como eu não chorar lembrando de Camp Rock e de como eu ainda sei todas as falas desse filme de cór e salteado por causa do DVD que eu obriguei a minha mãe me dar de presente.

A primeira das duas músicas novas que eles cantaram foi “Let’s Go" - que eu já sabia cantar desde 2012 - e o Joe ficou brincando com a gente, pedindo para nós gritarmos “Let’s Go!" e a gente gritava e ele respondia “what was that?", “I can’t hear you!", “that’s not good enough" e gente gritava mais alto, foi LINDO DEMAIS <3 p="">
Uma das melhores partes do show inteiro foi o Joe e sua dancinha sensual em “Just In Love" numa versão meio samba, meio jazz, meio sei-lá-o-que-era-mais-ficou-lindo… Depois da dancinha, Joe deu um sorriso do tipo MAIS LINDO DO MUNDO!!! E eu gritei, óbvio.

Gritei mais ainda quando o Nick cantou “Who I Am" e no meio da música eu gritei “JONATIC!" porque é isso o que eu sou. Jonatic de alma, coração, corpo inteiro e o que preciso for. Sou mais Jonatic depois de ter visto eles ao vivo. 101% Jonatic, pode ser?

Em “Fly With Me" Nick Jonas perguntou “will you fly with us tonight?" e eu gritei a música inteira, lembrando de como eu pirava com o clipe, fiquei com a garganta arranhando, mas foi uma das melhores sensações que eu já senti.

Nick Jonas me matou também em “Wedding Bells", MÚSICA NOVAAAA que eu já conhecia, por causa daqueles braços enormes - e brancos - que ele tem e a carinha que ele faz em “Wedding Bells" é amor puro.

"Hello Beautiful" acabou comigo porque eu chorei nos primeiros acordes e me desmanchei em lágrimas quando o Nick cantou “how’s it going in BELO" ashasklfhdsfkhasfkhladfklhdwbfhadfklhdsfklhsfklçh~~~ GENTE ELE DISSE >BELO<.

Eles vieram com “Lovebug" que foi a mais linda da noite porque TODO MUNDO CANTOU e o Joe ficou com uma carinha de “omg" vendo a gente cantar. Cheguei MEGA PERTO deles no final de “Lovebug", mas MEGA PERTO MESMO, de ver as pintas no rosto do Nick e tudo mais.

"When You Look Me In The Eyes" realmente me levou as lágrimas e mais lágrimas e mais lágrimas e mais lágrimas e eu não posso nem lembrar porque elas vem de novo. Foi com WYLMITE que eu virei fã dos Jonas, foi por causa dessa música que eu passei a querer saber mais músicas deles, essa música foi praticamente o começo de tudo porque o começo de verdade foi S.O.S, que eles cantaram por último, porque S.O.S quem gostava era minha irmã, só por causa do Joe atendendo o telefone. Eu achava eles meio estranhos, mas de tanto ouvir S.O.S acabei gostando e então assisti a estreia do clipe de WYLMITE no Brasil e aí começou a minha história com eles… Enfim, eu chorei no final de S.O.S porque era o fim do show, mas a galera puxou coro de “Jonas, Jonas, Jonas" e batemos os pés no chão fazendo o maior barulho e eles voltaram!!! Cantaram Burnin’ Up, apresentaram a banda, disseram os nomes deles, jogaram beijos, elogiaram a gente, agradeceram, jogaram palhetas e depois foram embora :(

Oi! - Experiência JONAS BROTHERS!!!!!!!!

Ok, eu não vou explicar o que tem acontecido na minha vida porque não tem acontecido nada demais, mas há cinco meses atrás aconteceu o melhor dia da minha vida, do meu mundo, do meu universo, de tudo: 8 de Março de 2013.
Tudo começou com a volta dos Jonas Brothers aos palcos (o que me deixou imensamente feliz) e os rumores de uma turnê pela América Latina. Até que os rumores se tornaram realidade e estava confirmado que os Jonas Brothers viriam ao Brasil. Sou fã dos caras há cinco anos e jurei a mim mesma, em 2009, que iria a um show deles. Pensei: “não importa se eu vou perder todo o meu dinheiro, não importa se falarem merda sobre eu estar gastando meu dinheiro com "besteira", não importa nada: eu vou. De um jeito ou de outro eu vou porque eu não esperei cinco anos à toa, eu vou fazer valer! Todos os gritos, lágrimas, risos e coros das músicas que eu tenho guardado vão finalmente me dominar. Em Março de 2013. Eu não preciso nem conhecê-los, só de estar no show ouvindo as músicas valerão toda a espera. Não vou deixar essa chance escapar, os meus garotos que me aguardem” e foi exatamente o que eu fiz.

CONTINUA!

Foto em destaque

9 de out. de 2012

Já chorei por coisas bobas.


Me lembrei de quando eu achava que era forte demais para chorar por coisas bobas. Tipo livros. Só três livros me fizeram chorar de verdade até hoje: "A Esperança", "Querido John" e "A Menina Que Roubava Livros".



Eu chorei lendo o final de "A Esperança" porque eu não queria me desapegar à Katniss e sua turminha, mas ela mesmo já estava aprendendo a se desapegar deles.
Que final lindo e trágico e cheio de emoções. Que livros! Que trilogia! Li umas três vezes para me certificar que era o fim, que tinha acabado. Não haveria mais garoto do pão ou garota em chamas... Doeu. Dói ainda.
Chorei por Finnick, Prim, Cinna, Effie, Rue, Cato, Marvel, Seneca, Buttercup e sua volta misteriosa, Haymitch sendo um mestre do começo ao fim. Por tudo. Por ter sido tão incrível. Chorei mesmo. Choro de fã. Foi um choro de despedida porque, pela primeira vez, a carrancuda aqui leu uma trilogia - e gostou!



O segundo livro, "Querido John", tem dois choros e todo um significado.
Renato me deu o livro quando nos despedimos no aeroporto. Dentro do livro havia a carta que ele me escreveu. Ele me pediu para ler dentro do avião e foi dentro de uma aeronave que eu paguei um mico enorme rindo e chorando ao mesmo tempo ao ler uma simples carta de cerca de cinco páginas. Depois, quando eu criei coragem para ler o livro - não queria ler porque não queria trazer de volta o dia no aeroporto e como a nossa despedida foi rápida e como Marabá já era passado -, assimilei tantas coisas à minha vida. John era militar e, ao que parece, todos os meus amigos serão militares. Ou seja, tanto no livro quanto na vida real o militarismo só traz uma coisa: despedidas seguidas de mais despedidas. Saudades. E só.
Como não chorar com John Tyree vendo Savannah, o amor da vida dele, seguir em frente com outro cara que ele ajudou a sobreviver. Ele a amou o suficiente para deixá-la ir. Eu ainda não sei como ele conseguiu porque eu nunca vou amar o suficiente para deixar que os meus me deixem... John foi tão humano que me levou às lágrimas dentro de um ônibus voltando para casa.



Mas o terceiro livro, que na verdade foi o primeiro pelo qual eu chorei, foi tão inusitado. "A Menina Que Roubava Livros", um livro que eu encontrei no KUMON, ainda em Marabá e levei cerca de dois meses para ler. É um livro fácil e ainda assim complicado. Demorei a ser pega pelo enredo e só fui ser pega no final. Eu estava lendo a despedida de Liesel Meminger à sua "mãe" Rosa e, quando fui ver, as lágrimas já estavam lá. Eu nunca tinha chorado por coisas bobas. Chorando por um livro. Não, não, chorando por Rosa Hubermann. Por ela ter cuidado de Liesel e ter protegido-a e amado-a nas entrelinhas. Mostrando como é que as pessoas marcadas pela crueldade da vida conseguem amar. Mais humana que um milhão de John Tyrees. Chorei mais por Rosa do que por Hans, que foi o pai mais amoroso da história de todos os livros. Mas as lágrimas me controlaram quando Liesel deu o seu primeiro, único e último beijo em um Rudy Steiner morto e ainda assim tão perfeito. Rudy, Rudy, Rudy... Ele consegue ser mais perfeito que Peeta Mellark, mais humano e puro que John Tyree e Rosa Hubermann juntos e muito, muito mais amoroso que Hans Hubermann. Ele é Rudy. Um garoto fictício que me provou que eu choro, sim, por coisas bobas. Tipo livros.

20 de ago. de 2012

É tudo culpa minha

"Já não te darei o que me pedes, te darei o que mereces. Me vou, sem dizer-te adeus..."
Eu queria poder dizer isso olhando pra você e esperar a sua reação. Você se desculparia, seu olhar vacilaria diante do meu ou você iria continuar indiferente? Eu nunca vou saber porque você nunca me deixa saber nada sobre você e o pouco que eu sei não é o suficiente, você sabe.

Só queria que você soubesse que eu estou a ponto de dizer adeus e que isso vai doer demais, mesmo sendo a melhor saída. Eu só queria saber se você se lembra ou ao menos valoriza o que nós tivemos e todos os nossos planos e sonhos com um futuro simples e realizável... Quando eu te disser o que eu tenho que dizer, você com certeza se lembrará das suas escolhas que destruíram tudo e também da minha falta de apoio.
Desde quando você ficou tão frio? De onde veio essa apatia? Eu nunca vou saber. Sendo assim, eu vou dizer adeus à você e aos planos e sonhos que te envolvem. Eu vou dar ao meu coração a chance de ser feliz sem você.

Pode ser que eu derrame mais algumas lágrimas por você e elas podem molhar o caminho, mas eu não vou deixá-las como rastro para que você me encontre e venha pedir perdão sem um pingo de sinceridade. Não quero mais as suas promessas vazias. Não espero que você mude, por isso mesmo eu tô caindo fora. Por isso eu tô seguindo em frente, te dizendo adeus, te dizendo coisas que doem em mim e em você.
Eu respeitei as suas decisões, mesmo não aceitando-as. Espero que você respeite a minha decisão, mesmo não aceitando-a.

E isso é tudo culpa minha que decidi gostar de você. Culpa minha que sou assim, chata, ciumenta, teimosa e desconfiada. Então, meu amor, se eu sujei, pode deixar que eu limpo.

18 de ago. de 2012

É tão fácil bater o olho e dizer "gostei". Eu quero ver é gostar a ponto de adorar e então, se possível, amar.

Se apaixonar deveria ser como polaroides. Instantâneo. 



Uma vez eu gostei tanto de um garoto que eu achava ele lindo. Ainda acho. Afinal de contas, eu deixei de gostar dele, mas a beleza que ele tem não o deixou. Eu gostei dele e, por minha culpa, ele não gostou de volta. Nunca gostou. Eu até sei do que ele gostava e não era de mim. Sei lá como ou quando, mas eu vi que não gostava mais.
Aí veio o outro, que eu gostei a ponto de adorar. Eu queria com ele um amor de cinema e tive coisa melhor: um tipo de adoração que só se consegue de amigos. E o que eu tenho com ele é uma amizade que se estende até hoje e rende piadas entre nós dois sobre o tempo em que tudo o que eu queria dele era um romance impecável. O que eu sinto por ele é muito grande e muito bom porque desse aí eu gosto, quer dizer: adoro.

Entretanto, há um deles... Unzinho no meio de todos eles que, sem chances de romances impecáveis ou uma amizade adorável, me deixou amá-lo. Eu pulei as etapas de gostar pela beleza e adorar pela amizade e já fui logo o amando com um amor maior do que o de amantes e melhor do que o de amigos. Eu o amo tanto que mal cabe em mim e sinto tanto a sua falta... Eu o amo porque ele gostou de mim e me adorou enquanto eu fazia o mesmo por ele.
Ele foi o tipo de garoto que não precisou gastar seu charme para me conquistar. Nós nem nunca tivemos nada, mas nem precisou de haver algo a mais. Só de saber que eu teria a sua mão para me levantar quando eu caísse foi o suficiente para eu amá-lo.

Eu só fui saber desse amor tempos depois, quando eu decidi que ele merecia todo o tipo de felicidade do mundo e me perguntei o porquê de eu desejar-lhe tantas felicidades. Simples: porque eu o amo. Mas porque é mesmo que eu amo tanto esse garoto? Por que se fosse de outro jeito eu apenas gostaria ou adoraria. Aliás, se fosse de outro jeito não seria ele, portanto, não haveria amor. Eu o amo porque gosto dele e o adoro ao mesmo tempo com uma intensidade tão extrema que se tornou posível amar.

28 de nov. de 2011

Certas coisas...


Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer,
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração.
Silenciosamente eu te falo com paixão...

Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz.
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer...

A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer,
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração.
Silenciosamente eu te falo com paixão...

Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz,
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer...

Lulu Santos e Nelson Motta, Certas Coisas.

É linda essa música, tô simplesmente apaixonada por ela. Que letra magnífica, maravilhosa, incrível *-*
Podem achar que eu vou postar ela aqui... Eu não vou! Eu sempre sou boazinha e posto a música da vez por aqui, mas hoje eu tô maléfica e decidi que vocês, leitores, devem ir em busca dessa explosão musical. Procurem a versão original, versões alternativas ou covers. Encontre a sua versão preferida (não vou contar qual é a minha porque é só minha) e... enjoy!
Só um aviso: é música boa demais para ouvidos despreparados.

beijos cantantes, amores ;*