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29 de nov. de 2012

Jonas Brothers e As Crônicas de Gelo e Fogo

É isso aí, meus meninos estão de volta, os Jonas Brothers estão de volta. Após eu ter ouvido - e seguir negando - rumores de que Kev, Joe e Nick não estariam mais juntos, tudo foi por água abaixo, posers, eles estão de volta! OS JONAS NUNCA SE SEPARARAM! Foi só uma pausa, suas antas. Mas agora eles estão de volta e eu, que estive aqui, Jonatic firme e forte, estou super feliz com a volta deles e super orgulhosa dos projetos solo do Nick e do Joe.
Enfim, dá só uma olhada na abertura do show de retorno deles. Adoro que a abertura são noticiários dizendo "os Jonas Brothers acabaram?"



Meus amores estão de volta!!!!! E eles vem pro Brasil ano que veeeeeeeeeeeeem!!! E eu vou no show deles!!! JONAS ATÉ A MORTE!!!!

Mudando completamente de assunto, finalmente lerei "As Crônicas de Gelo e Fogo", os livros que eu tanto sonhei em ler. Aliás, sonhei mesmo, porque como eu descrevi nesse post, a biblioteca de vidro tinha o "Livro Um" d'As Crônicas lá.
Minha tia comprou os livros pra mim, quero logo que cheguem para que eu possa devorá-los.

Beijos Jonásticos divididos em páginas, amores ;*

Sumi mesmo, e daí?

Nem vou pedir desculpas porque não adianta, eu sempre sumo. É que a vida virou de tal maneira que eu me esqueci completamente de que tinha um blog. Anyway, como sabem, eu passei por uma barra aê. Deprê. Fui ao fundo do fundo do fundo do subsolo do poço! Não minto, eu queria morrer mesmo. Fiquei até pensando em escrever uma carta de despedida e publicá-la aqui. Mas a vida me deu motivos para continuar. Deprê agora é passado.

Quem acompanhou o meu diário pôde ver que eu realmente andei mal. Me questionando sobre a vida, sobre o céu, sobre a morte... Filosofei bastante, ainda filosofo  mas algumas respostas eu já encontrei. Estive fazendo um curso pelo SENAI que eu realmente odiei. Do primeiro segundo ao último, eu odiei aquele curso. Talvez seja porque eu estava num mal momento comigo mesma.

No dia 11 de Outubro, eu mudei o meu turno escolar. Passei para a manhã. Foi a melhor coisa que podia ter acontecido! Fiz amizades!!! Grandes amizades, dessas que vão deixar saudades quando eu for embora, mas não é hora de pensar nisso. Ir embora é futuro.
Por quê eu mudei meu turno? PARA TRA-BA-LHAR! Sim, estou trabalhando, finalmente, no Acessa Escola. Lá é ótimo, nada de trabalho pesado, tudo de boa. Foi muito árduo conseguir trabalhar lá, mas valeu a pena. É ótimo, maravilhoso e eu ainda recebo por isso, hahahah...

Infelizmente, meu avô faleceu no final de Outubro. Dias antes do aniversário dele. Foi difícil, chorei bastante, me entristeci, não gostei da despedida, mas foi o melhor para ele que sofria tanto no fim da vida. Foi bem bonito o velório, o enterro, foi tudo bem emocionante. Vou sentir saudades dele reclamando de tudo, falando palavrão, ouvindo modão, deixando a casa bagunçada, assistindo futebol e os DVDs do Mazzaropi. Que ele esteja em paz, junto ao meu pai, no céu ou onde quer que eles estejam. O legado dele segue aqui.

Os últimos meses teve confusão, desistência, briga, limites, felicidade, muita felicidade, felicidade plena, verdades, mentiras e muito pouco tempo para postar aqui, mas eu juro juradinho que estou de volta!

E OS BEIJOS VOLTARAM, AMORES ;*

9 de out. de 2012

É isso mesmo, produção?

Eu fico cem anos luz sem postar nada aqui e, quando paro pra ver, o blog já tem quase 5.000 visualizações. MASOQUEAFODAFODENA? Gente, cês são incríveis!

Já chorei por coisas bobas.


Me lembrei de quando eu achava que era forte demais para chorar por coisas bobas. Tipo livros. Só três livros me fizeram chorar de verdade até hoje: "A Esperança", "Querido John" e "A Menina Que Roubava Livros".



Eu chorei lendo o final de "A Esperança" porque eu não queria me desapegar à Katniss e sua turminha, mas ela mesmo já estava aprendendo a se desapegar deles.
Que final lindo e trágico e cheio de emoções. Que livros! Que trilogia! Li umas três vezes para me certificar que era o fim, que tinha acabado. Não haveria mais garoto do pão ou garota em chamas... Doeu. Dói ainda.
Chorei por Finnick, Prim, Cinna, Effie, Rue, Cato, Marvel, Seneca, Buttercup e sua volta misteriosa, Haymitch sendo um mestre do começo ao fim. Por tudo. Por ter sido tão incrível. Chorei mesmo. Choro de fã. Foi um choro de despedida porque, pela primeira vez, a carrancuda aqui leu uma trilogia - e gostou!



O segundo livro, "Querido John", tem dois choros e todo um significado.
Renato me deu o livro quando nos despedimos no aeroporto. Dentro do livro havia a carta que ele me escreveu. Ele me pediu para ler dentro do avião e foi dentro de uma aeronave que eu paguei um mico enorme rindo e chorando ao mesmo tempo ao ler uma simples carta de cerca de cinco páginas. Depois, quando eu criei coragem para ler o livro - não queria ler porque não queria trazer de volta o dia no aeroporto e como a nossa despedida foi rápida e como Marabá já era passado -, assimilei tantas coisas à minha vida. John era militar e, ao que parece, todos os meus amigos serão militares. Ou seja, tanto no livro quanto na vida real o militarismo só traz uma coisa: despedidas seguidas de mais despedidas. Saudades. E só.
Como não chorar com John Tyree vendo Savannah, o amor da vida dele, seguir em frente com outro cara que ele ajudou a sobreviver. Ele a amou o suficiente para deixá-la ir. Eu ainda não sei como ele conseguiu porque eu nunca vou amar o suficiente para deixar que os meus me deixem... John foi tão humano que me levou às lágrimas dentro de um ônibus voltando para casa.



Mas o terceiro livro, que na verdade foi o primeiro pelo qual eu chorei, foi tão inusitado. "A Menina Que Roubava Livros", um livro que eu encontrei no KUMON, ainda em Marabá e levei cerca de dois meses para ler. É um livro fácil e ainda assim complicado. Demorei a ser pega pelo enredo e só fui ser pega no final. Eu estava lendo a despedida de Liesel Meminger à sua "mãe" Rosa e, quando fui ver, as lágrimas já estavam lá. Eu nunca tinha chorado por coisas bobas. Chorando por um livro. Não, não, chorando por Rosa Hubermann. Por ela ter cuidado de Liesel e ter protegido-a e amado-a nas entrelinhas. Mostrando como é que as pessoas marcadas pela crueldade da vida conseguem amar. Mais humana que um milhão de John Tyrees. Chorei mais por Rosa do que por Hans, que foi o pai mais amoroso da história de todos os livros. Mas as lágrimas me controlaram quando Liesel deu o seu primeiro, único e último beijo em um Rudy Steiner morto e ainda assim tão perfeito. Rudy, Rudy, Rudy... Ele consegue ser mais perfeito que Peeta Mellark, mais humano e puro que John Tyree e Rosa Hubermann juntos e muito, muito mais amoroso que Hans Hubermann. Ele é Rudy. Um garoto fictício que me provou que eu choro, sim, por coisas bobas. Tipo livros.

21 de set. de 2012

Caraca!

Eu sumi meeesmo. Desculpa, blog, mas é que a barra realmente pesou comigo... Anyway, tô de volta e aviso aos leitores que agora tenho, sim, um diário (blergh): Sentimentos Diários é onde eu posto o que eu estou sentindo no meu dia-a-dia.

As principais notícias são: acho que vou finalmente começar a trabalhar para o Acessa Escola. Bom, agora eu vou ter meu money e posso fazer minhas comprinhas feliz da vida.
E, por último, mas não menos importante... Estou de olho num intercâmbio da First Idiomas. Os preços são ótimos e eu já estou aqui me planejando e decidindo se eu escolho Canadá, Flórida ou Inglaterra :)
Quem sabe o meu diário não vira um diário de viagem?

9 de set. de 2012

Eu não mereço a morte e a morte não me merece.

Por isso não adianta morrer. Por que morrer por morrer é uma dádiva e eu sou tão inútil que não a mereço, a Morte.
Devo viver sofrendo com um aperto no peito que só dói e aperta a cada passo e uma lágrima que está lá na ponta do olho e não escorre.

Se Deus existe de fato, digo, se Ele é mesmo misericordioso, porque não arranca de mim a infelicidade como um ato de misericórdia?
Por que Ele não me tira a vida? Não há mais graça em estar vivo. Mas Ele não me vê e eu realmente não desejo que Ele o faça. Não quero que Deus me veja porque Ele vai decepcionar-se tanto. É melhor que Ele não veja. Que eu viva fingindo estar explodindo de felicidade. Que o sorriso amarelo seja mantido.

Eu analiso a minha vida: nunca me faltou nada. Sou amada. Existem pessoas que sentem a minha falta. Nunca estou sozinha. Sempre tive tudo o que eu quis. Minha família e meus amigos são mais do que tudo o que eu poderia desejar. Dizem que eu sou divertida, inteligente, criativa e responsável.
Ainda assim me sinto profunda e irremediavelmente infeliz.

Tristeza. Solidão. Desinteresse. Eu.

8 de set. de 2012

Fuck you, you fucking fuck!

Eu já ouvi alguém dizer algo do tipo "crescer dói", só não ouvi nada sobre, ou sequer imaginei, o tamamho dessa dor. É uma coisa que aperta. Sufoca. Te arrebenta.
Sabe o que dói mais? Deixar pra trás o que você é e todos os prazeres de ser. Esquecer-se a inocência da infância, soltar-se pouco a pouco do despertar da adolescência... Entrar na confusão da juventude.
A batalha entre a jovem e a adulta que está sendo travada em mim me deixa abalada. Revoltada.

Revoltada, sim. Por que agora eu cismei com a rebeldia. Fico me escondendo atrás dela. Só agora, com 18 anos batendo à porta, eu decido me rebelar para o mundo.
Rebeldia essa que apenas mascara a raiva que eu sinto porque não consigo aceitar que eu vivo no mundo que vivo, com pessoas nojentas até o osso e cheias de preconceito que só sabem cegar seus filhos para o que é real. Odeio isso. Odeio tudo!

Sei lá até quando eu vou ficar assim. Fazendo todas as coisas com um ar de rebeldia nos mínimos atos. Gesticulo, resmungo, murmuro, arquejo, reviro os olhos, desobedeço, erro de propósito, dou língua e mostro o dedo do meio quando ninguém está vendo. Atitudes totalmente infantis, admito...
Eu sei que não dá pra fugir de crescer. Não dá pra fugir de não ser você. Acontece com todo mundo e é uma droga. Crescer e ter que encarar o mundo e toda a sua podridão. Ainda bem que depois de tanta merda vem a morte: um ponto e vírgula, uma parada obrigatória, é como tirar férias! Logo estamos de volta em outro corpo, em outra batalha, em outra vida.

Permaneço revoltada, desorientada e desobediente até segunda ordem. Ordem minha, é claro, porque a deles eu me recuso a obedecer.