Hola! Não vou pedir desculpas pelo abandono do blog porque não adianta eu pedir desculpas, prometer mais posts e sumir. Enfim, estou com um problema: O QUE EU VOU SER?
A indecisão sobre qual carreira seguir me pegou. Esse tipo de dúvida faz parte da vida, é só mais uma fase, certo? Eu sei que no futuro, uma Ana Luiza formada em sabe-se lá o quê vai estar lendo este post com um sorriso no rosto e se lembrando de quando descobriu que um novo tipo de medo a assombrava: a Ana, esta aqui de agora (ou será do passado?), tem medo de como será o seu futuro dentro de uma sala na faculdade e se esse futuro vai mesmo acontecer.
É muito simples, o meu medo tem fases: primeiro é medo de não saber que carreira seguir. Enquanto tem gente sem saber o que fazer, eu estou aqui com várias opções e a maioria delas tão convidativas, mas qual delas é a certa? Não sei! Que medo de fazer a escolha errada!
Depois, o medo de não passar no vestibular (eu posso até tentar outra vez e outra e outra e outra até que eu consiga se for necessário, mas a cada tentativa eu sei que o medo será maior). Será que eu estudei o suficiente pra isso? E "o suficiente" nunca é o suficiente.
Então, o medo de não aguentar a pressão da vida de universitária e trancar o curso. Tudo isso porque eu sei bem que o meu perfil de estudante do ensino superior vai ser aquele da garota cuja vida pessoal é uma bagunça, vida social não existe, a vida no trabalho é árdua e a vida na faculdade é um desafio... O pior é que vão ser cerca de cinco ou seis anos assim.
Por fim, o medo de se formar em uma coisa e trabalhar em outra. Acho que todo mundo tem esse medo, a não ser aqueles que estão se formando no ensino superior só para passar em um concurso público. Nada contra concursos públicos. Ele são uma grande oportunidade para todos e se eu tiver que fazer um (ou vários), farei. Maaas... Se eu superar todos os outros medos, com certeza vou gostar do que me ensinarem na faculdade e é óbvio que eu vou querer de colocar tudo em prática. Eu até penso em ter o meu próprio negócio!
Ah, quer saber? Eu vou dar tempo ao tempo, fazer o que eu tenho que fazer agora e quando o vestibular vier eu só espero passar e ter feito a escolha certa. Tomara que a Ana do futuro ria bastante deste post e sinta saudades de como era a Ana do passado: aquela que decidiu que vai se jogar no que vier! E que venha o melhor!
WTF?
SEJA BEM VINDO AO TONIGHT! ESPERO QUE GOSTE, COMENTE, DIVULGUE E COMPARTILHE =)
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16 de ago. de 2012
21 de nov. de 2011
Isso tudo é tão triste

Quem vai se mudar pra longe e quem já se mudou pra longe sabe do que eu vou falar agora e sente, sentiu ou sentirá a mesma agonia.
Domingo, 6. Posso dizer que fiz uma dissecação no meu armário. Achei milhares de desenhos meus, desenhos de amigos, desenhos da Bia), cartinhas, fotos, folhas com conversas super confidenciais mais conhecidos como "MSN folha" ou "MSN de papel", bilhetinhos da escola, trabalhos escolares, quadrinhos e tirinhas incompletos, cartas que eu escrevi e os destinatários nunca as lerão. Muitas coisas eu tive que jogar fora porque era muito papel. As únicas coisas que sobraram foram as fotos, as cartinhas e os desenhos dos amigos. O resto eu fiz questão de picotar, folha por folha, pra ninguém saber do que se trata.
Em cada folha que eu pegava tinha uma história diferente, momentos que ditaram a minha vida aqui em Marabá. Cada uma tinha algo sobre quando eu cheguei, sobre quando eu queria ir embora, rolos da escola, paixonites, desabafos depressivos, letras de músicas, confissões. Dava pra fazer um livro! Foi muito triste jogar os papéis fora. É difícil a lição do desapego. Por mim, eu faria mesmo um livro com toda a papelada. Mas tem coisas que é melhor deixar no passado, é melhor deixar pra trás, deixar pra lá.
No armário também tem cadernos do ano passado, com anotações, piadinhas, desenhos, matérias, exercícios, vistos... E livros cheios de coisinhas escritas nos cantos das páginas ou rabiscos nos rostos das imagens. Isso eu não joguei fora porque eu não tive coragem... Vai entender!
É ruim ter que empacotar as coisas porque isso vai selando o fim... Ainda há muito o que empacotar e ainda há malas a fazer. Isso tudo é tão triste... Cada caixa, cada coisa, cada papel, cada caderno, cada livro... Cada um tem um significado, uma história, um momento e é horrível a agonia que se sente ao perceber que acabou, que já passou, que não volta mais...
E quando for oficialmente o fim?
beijos tristonhos, amores ;*
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