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24 de jun. de 2012

Fééérias =)

Depois de meses sendo sugada pelos estudos eu finalmente estou de férias, yayy :) por que um pouquinho de descanso não faz mal pra ninguém, né?
Aqui em Sorocabra (trocadilho maroto com o nome da cidade) as férias são de um mês *-* e eu vou poder passar um mês inteirinho de pernas pro ar, yaaaaaaaayyyy \o/

Meu conteúdo programático para as férias não inclui viagens, nem idas intermináveis ao shopping, nem sair de casa com os miguin (que eu não tenho), nem partidas de War ou Banco Imobiliário, sem pizza, brigadeiro, coca ou condoms, sem clube ou postinho... Anyway, minhas primeiras férias pós-Marabá serão, no mínimo, estranhas.
Ok, as minhas férias lá não foram super foda, mas foram legais, tipo, muuuito legais... Já aqui... Vai ser só videogame, computador, internet, Angry Birds, Fruit Ninja... Sem projeções para a diversão :/
Eu também decidi que nessas férias eu lerei "As Crônicas de Nárnia" pra matar o tempo, vou escrever um pouco, vou dormir bastante e, claro, passar horas e horas pendurada no celular com o Renato falando sobre que rumo a vida deve tomar... Assim serão as minhas férias. Uau, mal posso dizer-lhes o quão excitante isso vai ser '-'

16 de abr. de 2012

Últimas lembranças...

O Renato entrou na minha antiga casa na madrugada do dia 9 de Dezembro de 2011, meu último dia em Marabá... era o último dia dele lá também, mas eu não tenho tanta certeza de que ele sabia disso. Nós enfrentamos alguns obstáculos (ele enfrentou mais) em prol daquela última madrugada. Ele saiu de casa no maior silêncio para não ser descoberto saindo de casa, ele abriu e fechou com cuidado as portas de tela da sua própria casa e da minha também, onde eu, em minha única tarefa, fiquei acordada esperando o Renato me chamar.

Eu não acho que tenha demorado muito tempo até eu ouvi-lo chamar meu nome, o que me assustou um pouco, confesso. Abri a janela e não me lembro bem se ele pulou para o quarto ou se pulei eu para a varanda. Eu só sei que num minuto nós estávamos lá, andando pela vila pela última vez. Traçando nosso caminho por entre as ruas e casas pela última vez. Dizendo adeus a tudo aquilo que fazia parte da nossa realidade. O Renato só chorava, pelo que eu me lembro. Eu só me segurava para não chorar. Para não pensar no fim que estava se opondo a mim. O fim, que acabou nos forçando a dar nossas últimas voltas na vila. Eu só pensava em como era surreal que tudo estivesse acabando e em como a lua estava absurdamente linda numa madrugada tão triste.

Deixei o Renato em casa pela última vez. Voltei o caminho todo sozinha e o que aconteceu foi no mínimo estranho: em todos os lugares para onde eu apontei a minha direção eu me vi em diversos momentos e situações.
Na rua da escola, no caminho até a pracinha, seguindo para o clube... Caminhando por ali eu pude ver nitidamente a mim mesma. Acompanhada por amigos, de mochila nas costas, andando sozinha... Na rotatória da vila foi muito mais real. Como se eu tivesse sido dividida em duas! Eu juro, eu me vi me despedindo do Ju ali na rotatória como eu sempre fazia. Eu vi ele pular nas minhas costas como ele sempre fazia ao se despedir. Eu vi nós dois dançando feito dois malucos sem nada a perder. Eu me vi seguir meu caminho descendo a rua, com o Renato ao meu lado ouvindo música. Eu, acompanhada dele e do Edinho, indo pra feirinha ou saindo para fora da vila rumo ao postinho.
E aí eu acordei pra vida e estava na entrada de casa. Encarando aquelas paredes, janelas e portas. Tentando memorizar cada detalhe dela e de tudo ao redor para não me esquecer de nenhum detalhe daquele lugar.

Já no meu antigo quarto, jogada no colchão, eu baixei a guarda, tirei minha armadura "sou durona demais para chorar" e deixei as lágrimas me vencerem. Eu chorei por tudo o que eu não tinha chorado. Por cada dia que eu vivi naquele quarto, por cada volta que eu dei na vila, por todos os detalhes da casa que eu fiz questão de memorizar. Eu chorei de raiva porque eu não podia fazer nada para evitar que as pessoas que eu mais me importava fossem embora. Chorei de saudade, chorei pela dor que apertava o meu peito, chorei de alegria porque tudo o que eu tinha vivido foi simplesmente lindo.
Agora, escrevendo tudo isso fico com vontade de chorar, mas é em vão porque lágrimas não mudam nada e nenhuma armadura conseguiria se sustentar me fazendo de durona Aquela armadura eu não visto mais. Uma vez que eu deixei as lágrimas vencerem é mais do que justo deixá-las rolarem a qualquer hora. E elas vão rolar toda vez que eu me lembrar da última vez que eu andei na vila com o Renato.

12 de dez. de 2011

Demorei a postar, né?


9 de Dezembro. Que dia corrido esse meu último dia em Marabá!
Eu não sei, mas eu tenho a sensação de que não foi o meu último dia... Todo mundo ao meu redor dizendo que era a última vez que eu via isso ou fazia aquilo e eu negando ser a última vez. Doce ilusão! Não vou mais ver meus amigos, não vou morar na casa da vila, não vou caminhar pela vila, não vou estudar na mesma escola e não vou mais estar na cidade. Eu ainda não acredito nisso tudo... Que efeito será esse?

Buscaram meu resultado na escola. Passei de ano! E passei DI-RE-TO!
Lá na escola eu tive a chance de ver alguns amigos pela "última vez". E não teve choradeira como no dia 6, na terça-feira, no último dia de aula pra quem não ficou de recuperação. É sério, eu juro que quase desidratei de tanto chorar. Foi um dia tão triste que NÃO teve post aqui no Tonight porque eu não estava em condições de fazer nada além de chorar.
Meus últimos dias não tiveram cara de despedida. Não foram dignos de últimos dias e eu gostei porque eu queria que meus últimos dias fossem iguais a todos os outros. Acho que isso é que causou a tal sensação de que eu voltaria pra Marabá em breve. Tinha que ter cara de despedida pra eu entender que era o fim, mas eu não quis que tivesse cara de despedida... A culpa de eu me sentir assim é minha!

O dia nove foi corrido também porque foi esse dia que eu escolhi para viajar. O destino? Belo Horizonte, é claro. Passar o aniversário/Natal/Ano Novo com os mineiros. Difícil deixar os marabaenses sozinhos neste fim de 2011... Mas é isso e ponto final.
No aeroporto foi pura tristeza... ruim demais me despedir do Gui, da Giovanna, da tia Sandra e do Edinho. Não chorei na frente deles... Eu só chorei na sala de embarque!
A ida para BH foi quase tranquila. A neura me acompanhava. Neura de quem viaja sozinho pela primeira vez: não perde o cartão de embarque, não perde os documentos, não perde o horário, não perde tempo, não perde a bagagem de mão!!!
Me senti o máximo por estar viajando sozinha e ter toda a situação em minhas mãos. Ok. Eu me senti assim até entrar no avião... foi TÃO estranho não ter ninguém da família por perto e foi horrível fazer piada com o inglês das aeromoças - minha tia sabe do que eu estou falando - sem alguém da família pra rir comigo.
Não gostei muito do pessoal da Gol me tratando feito criança, me dizendo tudo o que eu já sabia e me enfiando no meio de um monte de pirralhos. Eu sei que é o trabalho deles e que minha tia solicitou acompanhamento... Mas foi tanta chatice!

O trajeto foi Marabá - Belém - Brasília - Confins. Os voos começaram à noite e terminaram de manhã quando eu cheguei em BH, no dia 10.
Renato me fez companhia. Eu escolhi o dia 9 porque ele também tinha escolhido. Foi tudo combinado ;) o destino dele era o Rio e o meu Minas. Nosso trajeto era o mesmo até Brasília. Atravessamos a madrugada dentro do avião e, pela manhã, chegamos em Brasília e foi tudo muito rápido... ele me deu um abraço apertado e saiu apressado porque tinha que ir logo pra sala de embarque. Não deu tempo de chorar e fazer cena no aeroporto como a gente achou que ia ser. Ele me entregou o livro "Querido John" e dentro do livro estava a carta que ele me escreveu. Li a carta dentro do avião e todas as minhas lágrimas que tinham ido embora no dia 6 voltaram e eu as chorei de novo e novamente. Eu chorei de saudade porque a carta em si relembra momentos divertidos. Tinha um cara do meu lado que estava lendo jornal e com certeza acha que eu sou louca porque eu ria e chorava ao mesmo tempo.
Confins contribuiu para o clima de tristeza porque não há nada mais triste do que olhar as gotas de chuva molharem a janela. Desci do avião, peguei minhas malas, saí pra fora e lá estava a minha tia Rox me esperando... E minha vó também!

Depois disso, em BH, eu vi o restante da família, comi e dormi pra caramba e depois eu lembrei que tinha que postar aqui. Acho que contei tudo pra vocês.
O resto deixa pra lá, pra Janeiro... que é quando eu vou pra Sorocaba começar tudo novo de novo! Seja o que Deus quiser.

beijos de quem esqueceu de postar com mais frequência ;*

7 de dez. de 2011

MARABÁ – 2 ANOS!


5 de Dezembro de 2009. O Sábado mais turbulento de toda a minha vida... Não, eu não estou falando das turbulências que ocorreram nos voos daquele dia. Era a minha turbulência que não me deixava em paz e não me deixaria em paz enquanto eu não chegasse em Marabá. Durante todo o trajeto até o Pará eu me perguntava sobre tudo e todo mundo. O que será? O que eu vou fazer? Quanto tempo leva pra se adaptar? Eu vou gostar de lá? Onde eu vou estudar? Onde eu vou morar? Quantos amigos terei? Quem eu vou conhecer? Como são as pessoas de lá? O que elas gostam de fazer? O que tem em Marabá?

Eu pensei em todas as coisas. E no dia 5 de Dezembro de 2011 eu percebi que já tinha respondido todas as perguntas. A cada dia eu respondia uma pergunta e me perguntava mais coisas... E assim, eu fui respondendo pergunta por pergunta, mas com muita coisa ainda por perguntar.
É inacreditável que dois anos tenham passado assim tão rápido e que tenha siddo assim tão perfeito... Apesar de tudo foi perfeito, sim. Foram dois anos inexplicáveis onde aconteceram coisas maravilhosas que não cabem nem em um milhão de posts. Não dá pra expressar o que eu passei por aqui... Todo o riso, o choro, os tempos difíceis, as festas, as férias, as amizades, os poucos lugares que eu conheci, as escolas e mais, muito mais. Eu cresci tanto, tanto, tanto... Eu aprendi tanta coisa, entendi tanta coisa, expliquei tanta coisa!!! Com certeza, sairei daqui diferente da garota que chegou cheia de perguntas.

Enfim, eu só queria mesmo agradecer... Agradecer muito a Deus, ao destino ou a o que quer que tenha feito com que eu viesse parar em Marabá, um lugar diferente de tudo o que eu já vi na vida e que me cercou de pessoas incríveis, lindas e de bom coração. Eu NUNCA, NUNCA, NUNCA vou esquecer da cidade e de quem eu encontrei aqui. Prometo que nunca vou esquecer as respostas das perguntas que eu me fiz assim que cheguei. E fica uma última pergunta que só Marabá pode responder: quando eu voltar, como tudo vai estar?

A todos que fizeram dessa jornada a mais encantadora de todas: MUITO OBRIGADA!

beijos muito felizes, amores ;*

6 de out. de 2011

Eu não sei o que fazer :/

Agora é oficial: no fim do ano, eu estou indo embora de Marabá. Eu não estou totalmente triste porque da cidade em si eu não vou sentir falta. Mas as pessoas... Não vai ser a mesma coisa e a coisa nova vai ser triste, muito triste no começo.
Eu só não sei o que fazer. Eu tô em estado de choque. Eu vou embora mesmo? É brincadeira, né? Tem que ser brincadeira...
Vai começar tudo de novo. Eu vou me sentir deslocada de novo, eu vou me adaptar a um novo lugar de novo e tudo isso morrendo de saudades de todo mundo aqui.
Nem acabou ainda e eu já estou com saudades. Que horrível :(

sem beijo nesse post, amores :/

4 de set. de 2011

Eu sumi...

...mas voltei. Poxa, eu só sei que muita coisa aconteceu e eu, burra, esqueci de atualizar isso aqui.
Minhas férias foram ótimas. Internet, ócio, ócio, internet.

Teve a família que veio nos ver e me trouxeram dois presentes fofos: um quebra-cuca do Camp Rock, que eu já sei montar de olhos fechados. E o livro mais maravilhoso ever: Os 13 Porquês. Sim, agora eu tenho um e posso me gabar disso.
Nós comemoramos mais um ano de vida do Gui. Cinco anos, caramba. Ele já se veste sozinho e já caminha por aí todo independente. Um homenzinho que ontem, juro, era um bebê frágil demais para eu segurar. Sou mesmo desastrada para essas coisas. Quando foi que o tempo voou que eu não vi?

Voou mesmo. Em Agosto, voou mais que depressa. Que mês! Visitei meu ponto de origem. Vi aqueles que eu amo. Minha temporada em BH foi incrível. Tão incrível que não cabe nem em um post especial. Como tudo que é bom tem que acabar... pra começar de novo, eu voltei pra Marabá. Pra minha escola, pros meus amigos, pra minha vida atualmente.

Só lhes digo uma coisa: tem gente indo, tem gente vindo. Tem gente chegando, tem gente saindo. Transferências. A nossa ainda não saiu e a gente faz o quê? Espera, né?

Beijos, sei lá, ansiosos, amores.

30 de mar. de 2011

Estamos de volta!

Meus fãs, cheguei. Brinks... Tô de volta, Marabá! Sentiram saudades? Eu também. (:

Vamos lá, como foi a viagem de volta?
 Fato #1 - Nunca estive num avião com comissárias de bordo tão feias como o primeiro voo da noite. Elas são sempre divas e tinha uma lá que tinha uma bereba na cara, outra era toda PNEUMÁTICA, cheia dos pneus.
Fato #2 - Nunca estive um avião tão cheio como o segundo voo da noite. Tava muito lotado. Fiquei espremidinha no meio de um cara e de uma moça. Sinistro!
Fato #3 - Nunca me senti tão foda por saber um pouco de inglês. No aeroporto de Belém, eu encontrei na livraria uma revista BOP, tipo revista Capricho, cheia de fofocas sobre famosos, só que americana. Eu fiquei lá, lendo a revista, entendendo o conteúdo da revista, babando nas fotos (tinha um poster do Joe Jonas, coisa linda) e toda entretida.
Fato #4 - Nunca pensei que fosse ficar tão feliz por estar de volta ao fim do mundo. Não que eu não esteja MORRENDO de saudades da minha cidade, da minha família e amigos. Mas eu senti TANTA falta dos meus amores por aqui.

Fiquei louca pra ir à escola de uma vez, só que eu fui tirar um cochilo e acordei tarde, fiquei puta da vida --'
Mas os meus migs vieram me ver, eles são tão fofos, eu amo tanto eles *-*'
Daqui a pouco tem aula e eu vou, toda feliz e saltitante mesmo sabendo que hoje tem prova. Tô empolgadíssima pra voltar até lá e encher aquela sala de brilho, graça e humor. Convencida? Naaaada! Só estou excessivamente empolgada.

Beijões empolgados com muito carinho, amores.

24 de mar. de 2011

Olá, amores!

Desculpem o sumiço. É que a viagem pro Rio, tinha Belo Horizonte logo em seguida.
Cheguei na minha capital mineira no domingo à tarde. Tão bom estar aqui, mesmo sabendo que eu não pertenço mais à esse lugar. É boa a energia. Minha casa continua lá, as ruas por onde eu tanto andei, tudo, até o céu continua o mesmo! Eu é quem mudei. Dá pra perceber.

Foi estranha e ótima a sensação de ver a família de pertinho. Vi minha mãe, quem eu mais queria ver. Tive tanto medo da reação dela ser... negativa. Não foi assim. Foi tudo o que eu não conseguia imaginar. É sempre assim, eu imagino uma coisa e acontece outra.
Minha família continua esquisita, hilária, divertida, doce e besta como sempre foi. Ninguém mudou, não comigo.
Todas as pessoas que eu conheço também continuam as mesmas. A mudança por aqui foi pouca.

Fui ao shopping, comi fast food, fiz comprinhas, estou lendo um livro, vou visitar meu avô e, aos poucos, me despeço dessa cidade que é tão minha.

Prometo que atualizo direitinho quando eu chegar em Marabá.

6 de jan. de 2011

Um Ano em Marabá (5/12/10)

Parece que foi ontem que eu cheguei nesse lugar sem saber o que ia ser e, sinceramente: apesar dos pesares, foi ótimo e espero que o segundo ano tudo seja ainda melhor!

Ainda me lembro da confusão que foi quando a gente chegou, sem ter lugar pra ficar e todos assustados com a brutalidade da mudança. Começamos a viver uma nova vida e nós conseguimos, chegamos até aqui, um ano! Passou rápido demais e foi surpreendente.
E eu que não dava nada por essa cidade, agora posso dizer que parte do meu coração pertence ao Estado do Pará.

Espero voltar em Marabá daqui há uns dez anos. Por que eu sei que essa cidade está evoluindo muito rápido e que daqui há uns dez anos será uma grande metrópole e eu vou poder dizer que vi o progresso chegar aqui e fazer história.
Marabá é um lugar que, apesar de tudo, vai ficar na memória pra sempre e ninguém tira ou muda o que aconteceu aqui.

Parabéns para todos os que chegaram nessa cidade maluca há um ano atrás. Conseguimos! We did it, yeah! We're heroes!

5 de jun. de 2010

Atualizando


Bru, Eu [ridícula] e Larissa

Sorry, tô de castigo T.T
Nota baixa em matemática = Nada de net!
Quase morro sem internet O_O' Titia deixou eu ficar só um pouquinho (pouquinho, né? sei...)
Enfim, minha vida está sendo só estudar, estudar e me matar de estudar :/

Até então fui só ao niver da Larissa, colega de classe. Fui porque a Bia e a Bru [BFFs] foram tbm :) tirei fotinhas, ouvi musiquinhas - tocou Jonas e nós três começamos a gritar e atrair olhares estranhos - e foi legal!

Depois teve um rolo estranho com o Prof. de Ciências, tivemos que sair da sala pq ficamos atentando o tempo todo :s Chamaram minha tia lá e FFFUUU, sacou?

E então chegou o niver da Bru, dia 4 de Junho! Jogamos farinha nela :O
Ela me convidou pra ir na festinha dela e eu fui apé, quase morri, cheguei lá toda morta ¬¬' Mas quando eu cheguei foi tipo... MARA! Ouvimos música boa, comi pra caramba, foi ótimo. Melhor ainda foi o final, fechamos com a feirinha!

Foi perfect *-*
Post dedicado a Bru, que ficou velhinha *----* te amo Bru

29 de abr. de 2010

Mudança :/

Pois é, demorou, mas saiu a tão esperada casa na Vila Militar. O problema mesmo foi a mudança... Caixas aqui, caixas lá, caixas em cima, caixas em baixo. É muita tralha!

Estamos, aos poucos, arrumando tudo, colocando cada coisa em seu lugar. Até eu já arrumei minhas coisas do meu jeitinho, minha bagunça organizada. É legal você arrumar suas coisas sem ninguém dizendo o que você deixa ou não de colocar no quarto. Mããããães... Sempre tem aquele comentariozinho do tipo “Não acha melhor as calças desse jeito aqui?”

Estou morando longe pacas da minha escola e agora eu vou de carro com a tia Silvia pra lá. Ela é bem pontual e bem legal (rimou)

Sinto falta de só dobrar a esquina e chegar à escola, sinto falta também de quando qualquer um de nós chegava e gritava: “Me dá a chave!” – Quando eu fazia isso a Giovanna vinha correndo, sorrindo, fofa – sinto falta da pequenez do apartamento, os móveis improvisados, comprados no desespero e deixados lá. Sinto falta do Matheus fazendo bagunça com o Guilherme no corredor, a barulhada que os brinquedos faziam no corredor vazio e calado, a gritaria das crianças...

Eu sei que aqui, na Vila, é melhor porque tem mais espaço, cada um tem seu canto, vai ser melhor pra nós... Mas, eu vou sentir tanta saudade do 104!

Dedico esse post aos momentos tristes, felizes e caóticos que eu passei no Residencial Alfa Rio, aqui em Marabá.

10 de abr. de 2010

Feirinha *----*

Então, toda sexta-feira rola uma feirinha no Clube na Vila Militar aqui em Marabá.
Na primeira vez que minha tia foi, eu não quis ir porque eu não conhecia ninguém e seria meio boring ficar lá sem fazer nada... Depois que eu já tava meio "enturmada" a Larissa (minha amiga) ficava falando da feirinha e me perguntou se eu ia, daí eu falei que ia e a Bruna e a Bia (minhas bests) falaram que também iam. Mas teve o feriado da páscoa e a feirinha foi cancelada :( Tipo, remarcaram pra outra sexta :D
Daí eu tava em casa me arrumando e a Bia me ligou falando que não ia mais, desanimei mas não ia deixar a Bruna sozinha lá, coitada. Aí quando eu cheguei lá a Bia e a Bruna estavam lá *-*

A feirinha é legal, eles vendem umas paradinhas maneiras :) Tem a boate (e eu dancei funk lá ¬¬) e eu comprei um anelzinho novo *-* Tem uma cruz nele *-* Mas eu não vou substituir meu anelzinho de caveira que eu amo tanto, até porque ele ia ficar triste e ele é muito ciumento :P
Conheci o vizinho GATO da Bia e outros GATOS lá, conheci a Dona Guigui, um garoto maluquete brother da Bia.
Só não deu pra curtir ao máximo porque eu tava preocupada com a Giovanna, ela tá dodói, tadinha da minha gordinha D;
Mas acho que na próxima feirinha eu vou curtir direitinho ;)

31 de dez. de 2009

Happy New Year (pra mim literalmente)

Se eu te contar o montão de coisas que me aconteceu você dormiria lendo...
Mas eu escrevo quase tudo mesmo assim :)
Em novembro de 2009 eu fui para o Rio de Janeiro, sim, a cidade maravilhosa. Fiquei na casa da minha tia Sandra, com os meus primos Gui e Giovanna e meu tio Gustavo.
Acontece que meus tios tinham uma viagem muuuito grande para fazer, eles estavam indo para o estado do Pará! Eu fiquei abobada... Minha tia me pediu pra ir com ela, eu fiquei meio sem saber o que fazer. Mas... Decidi que iria com ela.
A viagem ia rolar só em janeiro de 2010, mas eu sei lá o que aconteceu e bum! Dia 5 de dezembro minha tia teria que estar lá, no Pará! E eu fui com ela, meu tio e as crianças.
Agora estou em Marabá, no Pará. Que loucura! Chegamos sem ter lugar pra ficar, e pela primeira vez eu dormi num hotel (com medo de bruxa, mosquito e aranha). Passamos os dias num hotel, uma bagunça, menino chorando, menino fazendo arte... Dias depois nos mudamos para uma kitnet, vai ser a nossa casa até a casa oficial ficar pronta, o lugar é um ovo, sério.
Não temos TV (as crianças quebraram a que tinha), estão mobiliando aos poucos, vão de vasilhas de plástico a geladeiras novinhas em folha. As crianças não param, estão TERRÍVEIS! SOCORRO! Como é que desliga essas crianças?
Tô conhecendo Marabá aos poucos... É legal você estar numa cidade nova, porque eu fico assim: "Nossa! Aqui tem aquela marca tal de arroz. Olha aquilo, é igual lá em casa."
E tem o negócio dos estudos, pois é, estou em Marabá pra isso: Estudar, estudar e... estudar.
Já visitei a escola em que vou estudar, e é chique, luxo, comparada ao moquifo que eu estudava é um palacete... Quanto a isso estou ansiosa e confiante.
Coisas legais que eu vi:
Visitei uma vila militar (que é onde eu vou morar, é lá que fica a casa que não ficou pronta)
Vi muitos, muitos bichos. Aranha, bruxa, mosquitos, coelho, ganso, tartaruga, sapo, peixe, insetos e até um bichinho indefinido que invadiu o banheiro. E tem baratas! Eca!
O pessoal de Marabá é suuuuuuper vadioso. Eu me sinto uma piveta quando saio na rua de chinelo, calça e blusa amarrotadas e o cabelo mal arrumado. Eles andam sempre arrumadérrimos, chiques, finos. E eu pareço uma pedinte.
As músicas daqui são uma coisinha... Forró, brega, techno brega...
O trânsito é uma loucura! Parece a Índia... Sem sinalização, terra de ninguém.
Dizem que o pessoal aqui é beeem nervosinho. Mas as pessoas que eu conheci até agora são bem legais :)

E o meu Natal/Aniversário...
Foi bem legal, no dia 24 eu ganhei dois presentes: um tamagotch (sim, um bichinho virtual, na minha época era super legal) e uma blusa pra usar no ano novo.
Minha tia disse que esses presentes são lembrancinha e que o presentão mesmo ainda tá chegando. O que será? Hahaha.
Geeente, eu andei num Land Rover do exército, muito chique. Morram de inveja.
Fomos pra casa da "chefa" da minha tia, foi super legal, comi, bebi e ri.
É óbvio que eu senti saudades da minha galera lá de Minas, foi estranho passar o Natal longe deles. Mas eu liguei lá, falei com todo mundo, fiquei super feliz.
No dia 25, comi um arrozinho que minha tia fez... Ai ai, dá até água na boca de lembrar do arroz. Comi farofa, carne, frango, macarrão. E tinha um pavê de chocolate que tava uma diliça! Depois minha tia acendeu uma velinha num bolinho de chocolate (muito bom) pra mim, com balinha e brigadeiro. Bom, consegui o que eu queria: escapei de ter uma festa de 15 anos brega, que eles chamam de tradição.
Hoje já é ano novo, o cardápio aqui tá uma beleza!
Vou comemorar esse ano novo que está chegando cheio de coisas novas pra mim :)
Feliz Ano Novo